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'Tenho orgulho de ser judia e israelense', diz Gal Gadot

Atriz foi homenageada por sua luta contra o antissemitismo

Gal Gadot discursa durante convenção da Liga Antidifamação, em Nova York | Foto: ADL/Divulgação
Gal Gadot discursa durante convenção da Liga Antidifamação, em Nova York | Foto: ADL/Divulgação

Homenageada na convenção da ADL (Liga Antidifamação), em Nova York, nesta terça-feira, 4, a atriz Gal Gadot declarou seu orgulho em ser judia e israelense. A artista, conhecida mundialmente por seu papel como Mulher-Maravilha, alertou para o crescimento do antissemitismo em diversas partes do mundo.

“Meu nome é Gal”, disse a artista, que estabeleceu sua identidade diante da intolerância global. “Sou mãe, esposa, irmã, filha, atriz. Sou israelense e sou judia. Vou dizer isso de novo: Meu nome é Gal e sou judia.”

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A declaração, aparentemente simples, carregava um peso maior, como ela mesma destacou. “Não é louco que apenas dizer isso, apenas expressar um fato tão simples sobre quem eu sou pareça uma declaração controversa?”, perguntou.

A atriz recordou que cresceu em Rosh HaAyin, no centro de Israel, em uma família marcada pela memória do nazismo. “Minha mãe era filha de um sobrevivente do Holocausto, pelo lado do meu pai”, lembra. “Sou a oitava geração nascida na terra de Israel.”

Gadot aproveitou a oportunidade para salientar sua preocupação com o aumento da violência antissemita em todo o planeta. “Por mais que você tente evitar isso antes, mesmo que se manifestar não fosse exatamente a sua praia, nenhum de nós pode ignorar a explosão do ódio contra judeus ao redor do mundo”, afirmou.

A atriz não apenas condenou o antissemitismo, mas também ressaltou a força da comunidade judaica diante das adversidades. “Nós confrontaremos o antissemitismo”, bradou. “Vamos denunciá-lo, mas nunca permitiremos que ele não apenas nos derrote, mas nos defina, porque nosso amor é mais forte do que o ódio deles.”

Gal Gadot é símbolo da luta contra o antissemitismo

Gadot foi homenageada no evento Never Is Now 2025, da ADL, por sua luta contra o antissemitismo e o discurso de ódio, bem como seu apoio inabalável a Israel e às comunidades judaicas em todo o mundo.

Depois dos ataques terroristas de 7 de outubro, ela usou sua plataforma para dar vozes aos sobreviventes, pedir a libertação de reféns e responsabilizar instituições globais por omissão diante da violência praticada por terroristas do Hamas contra mulheres reféns israelenses.

Suas iniciativas incluíram a realização de uma exibição privada para expor fatos dos ataques de 7 de outubro e instar líderes internacionais — como as Nações Unidas e as principais organizações de direitos das mulheres — a se posicionarem.

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A ADL costuma homenagear personalidades que se destacam na luta global contra o ódio e o antissemitismo. Já foram laureados o ator Sacha Baron Cohen e o presidente do Conselho de Supervisão do Publicis Groupe, Maurice Levy.

Leia também: “Israel na encruzilhada”, artigo de Miriam Sanger publicado na Edição 258 da Revista Oeste

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7 comentários
  1. Fabiano Vilas Boas
    Fabiano Vilas Boas

    Poderia me rebaixar ao seu nível e te ofender também, mas tudo que sinto por você é pena.
    Debate fraco, capacidade limitada e pouco poder de discernimento.
    Parece mais um psitacídeo que só repete coisas sem saber o significado.

    1. Fabiano Vilas Boas
      Fabiano Vilas Boas

      Taí uma coisa que concordamos (respeitosamente)! Kkkkk

  2. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Que bom que ela se orgulha de ser Judia e israelense, não disse nada sobre ter orgulho de ser SIONISTA que é o equivalente brasileiro a ser do MST.

  3. Roman Keller
    Roman Keller

    É muito bonito ter orgulho d suas origens. Ja o q os israelenses fizeram na faixa d Gaza neste último ano, em nada os torna melhor q os nazistas fizeram na segunda grande guerra.

    1. Christian
      Christian

      Quando você tem um grupo de terroristas HAMAS cujo a meta é ELIMINAR OS JUDEUS DA FACE DA TERRA, nada mais é que o Hitler fez na segunda Guerra Mundial.
      Querer comparar um revide a um ataque HEDIONDO a pessoas indefesas é pura maldade.
      Querer comparar a morte de 6 Milhões de Judeus com a morte de civis palestinos (A maiorida deles mulheres e crianças usadas como ESCUDO HUMANO) é total ignorância.
      É para se pensar…

  4. ELIAS
    ELIAS

    Num momento em que o antissemitismo se espalha, em muitos casos como o do Brasil, com o apoio e incentivo de seus governantes, é de extrema importância que pessoas de expressão do mundo artístico e político venham a público manifestar seu repúdio. Que o exemplo e a coragem de Gal Gadot sejam seguidos em nosso país.

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