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Sem pandemia, lucro da indústria farmacêutica tem queda de quase 30%

Maior perda de receita ocorreu na Pfizer, que faturou US$ 31 bilhões com a covid-19

VACINA covid
Rendimento das big pharma caiu de US$ 135 bilhões para US$ 99 bilhões, entre 2022 e 2023 | Foto: Reprodução/Redes sociais

Com o fim da crise sanitária da covid-19, o lucro das dez maiores companhias farmacêuticas do mundo teve uma queda de 27%. Sem a venda em massa de vacinas e remédios anticovid, o rendimento das big pharma caiu de US$ 135 bilhões, em 2022, para US$ 99 bilhões, em 2023.

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De acordo com levantamento da Elos Atya Consultoria, a pedido do Poder360, as empresas que registraram maior redução no lucro foram a Merck (fabricante do remédio anticovid Lagevrio) e a Pfizer (que manipulava vacinas e o Paxlovid). Ambas chegaram a apresentar um rombo superior a 90%. 

Em valores absolutos, a queda mais expressiva de receita ocorreu na Pfizer, que alcançou um recorde financeiro com a pandemia: US$ 31 bilhões, em 2022.

Leia também: “O tabu sobre as vacinas”, reportagem publicada na Edição 96 da Revista Oeste

Com o fim da crise sanitária, as receitas da maior farmacêutica do mundo passaram de US$ 100 bilhões, em 2022, para US$ 58,5 bilhões, em 2023 Em nota, a companhia afirmou que a redução está “exclusivamente relacionada aos produtos da covid-19″.

Supostos efeitos colaterais das vacinas

Em junho de 2023, laboratório BioNTech enfrentou primeira audiência no Tribunal de Hamburgo | Foto: Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O laboratório BioNTech, parceiro da Pfizer no desenvolvimento da vacina contra a covid-19, está respondendo a centenas de pedidos de indenização de dois escritórios de advocacia na Alemanha. 

Pessoas teriam tido efeitos colaterais supostamente associados ao imunizante. Somados, os processos podem chegar a € 1 milhão.

+ Zanin atende Psol e suspende dispensa de vacina contra covid para matrículas em SC

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3 comentários
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    A obrigatoriedade de vacinar inocentes crianças brasileiras, talvez ajude a equilibrar um pouco as finanças das indústrias farmacêuticas multinacionais. Por outro lado, estão faltando remédios na rede pública e também na nas farmácias em geral. Remédios de uso contínuo, utilizados por pessoas com hipertensão, arritmias cardíacas e outros, não estão mais sendo fabricados por falta de princípios ativos, que são importados. O ministério da “saúde” do brasil-de-lula está mais interessado em oferecer crianças como cobaias custeadas com o dinheiro público para as indústrias, do que conseguir a importação dos princípios ativos que permitem a fabricação de remédios essenciais a muitos brasileiros.

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