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Regras rígidas de isolamento não impedem covid, e ilhas no Pacífico vivem epidemia

Mais de 7% da população das Ilhas Marshall está com a doença

Ilhas Marshall

As Ilhas Marshall, arquipélago no Pacífico, ao leste da Filipinas, estão vivendo tardiamente, em comparação com o restante do mundo, a epidemia de covid-19. Com regras rígidas de quarentena para moradores e estrangeiros, o país tinha conseguido evitar, até agora, a epidemia.

Porém, a doença chegou com força total nas últimas semanas. Em apenas sete dias, entre 8 e 15 de agosto, mais de um décimo da população da capital, Majuro, contraiu covid da variante Ômicron. “Estamos nos preparando para a fase mais difícil da epidemia agora em Majuro”, afirmou o ministro da Saúde, Jack Niedenthal, nesta segunda-feira, 15.

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Depois que alguns casos foram confirmados em 8 de agosto, o número de infecções disparou, nesta segunda-feira, para 2,8 mil casos. A cidade tem 22,5 mil habitantes. Quase 75% dos testes são positivos. “O bom de ter todos esses outros países que a tiveram [a epidemia] antes de nós é que realmente entendemos como, do ponto de vista epidemiológico, essa variante do vírus se espalha: como um incêndio”, acrescentou o ministro.

Na sexta-feira 12, o presidente das Ilhas Marshall, David Kabua, assinou um decreto de “estado de desastre sanitário”, para permitir que o governo obtenha financiamento de emergência. O decreto foi publicado na conta oficial do governo no Twitter.

No total, o país — de 42 mil habitantes — registrou 3 mil casos positivos e três mortes. Várias agências internacionais, incluindo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, devem enviar ajuda às Ilhas Marshall, o que inclui médicos.

Desde a terça-feira 9, os voos domésticos da companhia Air Marshall Islands e o transporte público de navio para ilhas remotas do país estão suspensos. Um voo especial que deveria levar uma equipe médica a ilhas distantes da ilha principal, onde está a capital, não pôde decolar, porque todos os pilotos da companhia haviam testado positivo.

Autoridades de saúde do país acreditam que o recente relaxamento das regras de quarentena e o número sem precedentes de chegadas tenham sido a causa da epidemia. O governo planejava abrir suas fronteiras e abandonar a quarentena obrigatória na chegada a partir de 1º de outubro, medidas que estão suspensas.

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9 comentários
  1. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Parece que não aprenderam nada com o resto do mundo. Isolamento, lockdown, máscaras faciais nunca impediram o contágio e a propagação da peste chinesa.

  2. José Camargo
    José Camargo

    Mas uma população tão pequena ainda não foi vacinada? Ou será que as vacinas não passam de placebos?

  3. Fausto Góes Fontes Neto
    Fausto Góes Fontes Neto

    Agora podem utilizar hidroxicloroquina, já que está comprovada a eficácia.

  4. Roberto tinoco
    Roberto tinoco

    O terrorismo sanitário mostrou ser uma potente ferramenta para controlar a população. A variante atual é branda e a taxa de mortalidade é muito baixa.,”Mas” vamos potencializar o terrorismo. Tratamento? Nem pensar. Este é o mundo em que vivemos !!!

  5. ANTONIO VICENTE DE LIMA
    ANTONIO VICENTE DE LIMA

    Uai, as vacinas não funcionaram lá tambem??

  6. Finlab
    Finlab

    O objetivo do isolamento nunca foi evitar a doença, mas evitar a sobrecarga do sistema hospitalar enquanto as vacinas ainda não estavam disponíveis. Bolsonaro errou nesse ponto, essas são águas passadas. Agora temos que votar em Bolsonaro para evitar a volta de Lula, a qual mataria muito mais gente do que a Covid-19. Bolsonaro 22 é a vacina contra o comunismo!

    1. José Camargo
      José Camargo

      O isolamento não impediu que os hospitais ficassem saturados.Basta comparar Suécia e Dinamarca.Portanto,o objetivo do lockdown era somente um mecanismo experimental de controle.Bolsonaro não errou uma até agora.

  7. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    A doença tem cura, pura palhaçada de alarmistas e corruptos. Segue o jogo!

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