As Ilhas Marshall, arquipélago no Pacífico, ao leste da Filipinas, estão vivendo tardiamente, em comparação com o restante do mundo, a epidemia de covid-19. Com regras rígidas de quarentena para moradores e estrangeiros, o país tinha conseguido evitar, até agora, a epidemia.
Porém, a doença chegou com força total nas últimas semanas. Em apenas sete dias, entre 8 e 15 de agosto, mais de um décimo da população da capital, Majuro, contraiu covid da variante Ômicron. “Estamos nos preparando para a fase mais difícil da epidemia agora em Majuro”, afirmou o ministro da Saúde, Jack Niedenthal, nesta segunda-feira, 15.
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Depois que alguns casos foram confirmados em 8 de agosto, o número de infecções disparou, nesta segunda-feira, para 2,8 mil casos. A cidade tem 22,5 mil habitantes. Quase 75% dos testes são positivos. “O bom de ter todos esses outros países que a tiveram [a epidemia] antes de nós é que realmente entendemos como, do ponto de vista epidemiológico, essa variante do vírus se espalha: como um incêndio”, acrescentou o ministro.
Na sexta-feira 12, o presidente das Ilhas Marshall, David Kabua, assinou um decreto de “estado de desastre sanitário”, para permitir que o governo obtenha financiamento de emergência. O decreto foi publicado na conta oficial do governo no Twitter.
The Government of the Republic of the Marshall Islands has issued a Proclamation declaring a State of Health Disaster. pic.twitter.com/LvwB4rWisz
— Marshall Islands (@RMIMission) August 15, 2022
No total, o país — de 42 mil habitantes — registrou 3 mil casos positivos e três mortes. Várias agências internacionais, incluindo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, devem enviar ajuda às Ilhas Marshall, o que inclui médicos.
Desde a terça-feira 9, os voos domésticos da companhia Air Marshall Islands e o transporte público de navio para ilhas remotas do país estão suspensos. Um voo especial que deveria levar uma equipe médica a ilhas distantes da ilha principal, onde está a capital, não pôde decolar, porque todos os pilotos da companhia haviam testado positivo.
Autoridades de saúde do país acreditam que o recente relaxamento das regras de quarentena e o número sem precedentes de chegadas tenham sido a causa da epidemia. O governo planejava abrir suas fronteiras e abandonar a quarentena obrigatória na chegada a partir de 1º de outubro, medidas que estão suspensas.
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Parece que não aprenderam nada com o resto do mundo. Isolamento, lockdown, máscaras faciais nunca impediram o contágio e a propagação da peste chinesa.
Mas uma população tão pequena ainda não foi vacinada? Ou será que as vacinas não passam de placebos?
Agora podem utilizar hidroxicloroquina, já que está comprovada a eficácia.
Boa!
O terrorismo sanitário mostrou ser uma potente ferramenta para controlar a população. A variante atual é branda e a taxa de mortalidade é muito baixa.,”Mas” vamos potencializar o terrorismo. Tratamento? Nem pensar. Este é o mundo em que vivemos !!!
Uai, as vacinas não funcionaram lá tambem??
O objetivo do isolamento nunca foi evitar a doença, mas evitar a sobrecarga do sistema hospitalar enquanto as vacinas ainda não estavam disponíveis. Bolsonaro errou nesse ponto, essas são águas passadas. Agora temos que votar em Bolsonaro para evitar a volta de Lula, a qual mataria muito mais gente do que a Covid-19. Bolsonaro 22 é a vacina contra o comunismo!
O isolamento não impediu que os hospitais ficassem saturados.Basta comparar Suécia e Dinamarca.Portanto,o objetivo do lockdown era somente um mecanismo experimental de controle.Bolsonaro não errou uma até agora.
A doença tem cura, pura palhaçada de alarmistas e corruptos. Segue o jogo!