O ataque dos Estados Unidos à Venezuela teve características de uma operação de forças especiais voltada à captura de Nicolás Maduro, e não de uma invasão militar em larga escala para ocupar o país, segundo analistas militares e informações divulgadas pela Casa Branca.
A ação é considerada uma das maiores operações desse tipo já realizadas pelos EUA, comparável à missão que matou Osama bin Laden, em 2011. O presidente Donald Trump anunciou a captura de Maduro na manhã do sábado 3.
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A ofensiva combinou bombardeios aéreos contra alvos estratégicos — como bases militares, aeroportos e portos — e incursões terrestres de comandos altamente treinados. Os ataques ocorreram por volta das 2h no horário local (3h em Brasília) e tiveram como objetivo neutralizar defesas venezuelanas e impedir reação das Forças Armadas do país.
Ação na Venezuela: EUA focou em alvos onde Maduro podia estar escondido

Entre os alvos atingidos estão a base aérea de La Carlota, no leste de Caracas, considerada um ponto estratégico para desembarque de tropas, e o Forte Tiuna, principal instalação do Exército venezuelano, onde Maduro poderia estar abrigado. Também houve ataques a áreas militares, antenas de comunicação e concentrações de tropas na capital.
No litoral, o aeroporto Simón Bolívar e o porto de La Guaíra foram bombardeados. Analistas avaliam que esses alvos tiveram função secundária, voltada a impedir reforços ou uma eventual operação prolongada.
Imagens registradas por moradores indicam que helicópteros americanos sobrevoaram Caracas sem sofrer ataques, o que sugere que as defesas aéreas venezuelanas — incluindo sistemas russos S-300 e caças Sukhoi — foram neutralizadas antes ou durante a operação.
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