O presidente da Argentina, Alberto Fernández, quer um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Ao Wall Street Journal, o ministro da Economia, Martin Guzmán, admitiu que está negociando com o órgão um empréstimo de US$ 44 bilhões. A vez mais recente que o país recorreu ao FMI foi no governo Maurício Macri (2015-2019). Durante as eleições federais, o então candidato à presidência Alberto Fernández criticou o fundo e a medida do chefe do Executivo. De modo a conseguir os recursos, a atual gestão planeja reduzir o déficit orçamentário do país latino-americano este ano para 6% do Produto Interno Bruto, de 8,5% em 2020. Paralelamente, Fernández e o FMI estão em conversações para rediscutir o primeiro acordo de US$ 57 bilhões de dólares, feito pelo antecessor.
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