Pouco mais de um mês após assumir o cargo, o novo prefeito de Nova York, o socialista Zohran Mamdani, muçulmano, decidiu comemorar o Dia Mundial do Hijab, o véu islâmico.

A postagem, divulgada pelo Escritório de Assuntos dos Imigrantes, saudou o hijab como um “símbolo de fé, identidade e orgulho” das mulheres muçulmanas ao redor do mundo.
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“Hoje celebramos a fé, a identidade e o orgulho das mulheres e meninas muçulmanas ao redor do mundo que escolhem usar o hijab, um poderoso símbolo de devoção e celebração da herança muçulmana”, escreveu o gabinete do prefeito para assuntos de imigração nas redes sociais.
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O hijab é o véu islâmico que cobre o cabelo, o pescoço e, às vezes, os ombros e é obrigatório no Irã.

A postagem gerou uma onda de críticas — inclusive de ativistas iranianas e comentaristas internacionais — por ignorar a realidade brutal enfrentada por mulheres em países onde o uso do véu é imposto por lei e punido com violência.
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Muitos acusaram Mamdani, o primeiro prefeito muçulmano de Nova York, de disseminar mensagens fundamentalistas em um momento em que o regime islâmico no Irã reprime milhares de pessoas que protestaram contra os aiatolás.
Na França, o filósofo Bernard-Henri Lévy expressou seu descontentamento no X e escreveu: “Dia Mundial do Hijab… Como ousam? Como pode a ‘cidade brilhante na colina’ celebrar o Irã justamente quando milhares de mulheres são presas, torturadas e assassinadas simplesmente por se recusar a usá-lo?”.
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A jornalista iraniano-americana Masih Alinejad, uma das vozes mais proeminentes contra as leis obrigatórias do hijab no Irã, repudiou duramente o gesto de Mamdani.
Em sua mensagem, ela afirmou que sua própria experiência de viver em Nova York durante os protestos contra o regime iraniano a deixava “torturada em minha própria cidade” ao ver o prefeito celebrar o símbolo que, em seu país de origem, representa prisão, tortura e morte para aquelas que rejeitam sua imposição.
“Assistir a você celebrar o Dia do Véu Islâmico enquanto mulheres em meu país — que é ferido e sangra — estão sendo presas, baleadas e mortas por se recusar a usar o hijab… é profundamente doloroso”, escreveu Masih Alinejad no X.
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Outros usuários nas redes sociais endossaram a crítica e acusaram Mamdani de “celebrar o confinamento de mulheres” e de vestir uma “opressão como se fosse orgulho”, especialmente no contexto atual da luta contra a obrigação estatal do hijab no Irã.
Algumas escolas no Estado de Nova York também promoveram o uso do véu islâmico entre suas alunas.
Em Fairport, perto de Rochester, uma escola ofereceu a suas alunas a oportunidade de experimentar o hijab por um dia.
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“As alunas tiveram a oportunidade de aprender sobre o significado histórico, religioso e cultural do hijab e de usá-lo, graças à Associação de Estudantes Muçulmanos da FHS“, dizia uma publicação da escola, que já foi removida.
A promoção do véu islâmico gerou forte controvérsia entre dissidentes iranianos que vivem em Nova York, uma cidade que simboliza pluralidade e tolerância.
Mulher iraniana morreu por causa do véu
A polêmica ganha peso após os recentes protestos no Irã. Em 2022 centenas de milhares de pessoas manifestaram contra o regime dos aiatolás após a morte de Mahsa Amini, uma jovem iraniana morta sob custódia da polícia da moralidade por supostas violações às regras do hijab. Amini acabou se tornando símbolo de um movimento de resistência contou com mulheres queimando seus véus em sinal de protesto e clamando por “Mulher, Vida, Liberdade”.
Desde então, milhares de mulheres no Irã enfrentaram prisão, violência e até letalidade por desafiar a exigência do Estado de cobrir a cabeça, dando ao hijab um significado político muito diferente daquele comumente apresentado em celebrações culturais.
Outro ponto levantado por críticos foi o silêncio de Mamdani sobre as atrocidades no Irã, inclusive a falta de uma declaração de solidariedade ao movimento das mulheres que protestam contra as leis opressivas.






































ESSE VAI SER O HADDAD DE NY…
PIOR PREFEITO QUE SÃO PAULO JA TEVE…
Convidaram a cobra para entrar dentro de casa…
Povo dos EEUU, aceitam a ideia do LuladrãoBiden que falou sobre o PFL em ser Extirpardo. Aí tb tem um terrorista de NY.
Lá como cá
Esperavam o quê. Logo virá a sharia NY. Aguardem…..
Imaginar que Nova York elegeu um ser desprezível desse significa que estamos dos avessos .