O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que os EUA violaram a soberania do país ao matarem o colombiano Alejandro Carranza durante operação antidrogas em setembro.
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Pelo relato de Petro no X, Carranza, morto em águas colombianas, não teria envolvimento com narcotráfico e exercia apenas a atividade de pesca. “Funcionários do governo dos Estados Unidos cometeram um assassinato e violaram nossa soberania em águas territoriais. O pescador Alejandro Carranza não tinha vínculos com o narcotráfico e sua atividade diária era pescar”, afirmou o presidente colombiano.
Desde agosto, embarcações e aeronaves de guerra dos Estados Unidos intensificam ações no Caribe, perto da Venezuela, com o objetivo de tentar conter o tráfico de entorpecentes. O governo colombiano, de esquerda, critica a presença militar na região.
De acordo com Petro, a lancha colombiana onde estava Carranza apresentava problemas no motor e emitia sinal de emergência quando foi atingida. O presidente reforçou que aguarda esclarecimentos de Washington sobre o ocorrido.
Familiares relatam que Carranza morreu em meados de setembro, enquanto pescava em águas colombianas. Audenis Manjarres, parente da vítima, declarou à imprensa local que “Alejandro Carranza é pescador, fomos criados em famílias de pescadores. Não é justo que o tenham bombardeado dessa maneira. Uma pessoa inocente que sai para buscar o pão de cada dia.”
Manjarres identificou a lancha de Carranza em vídeos do ataque ocorrido em 15 de setembro e afirmou que conversou com ele um dia antes do incidente. O medo de novos bombardeios fez com que pescadores de Santa Marta deixassem de sair ao mar.
Operação dos EUA contra o tráfico
Segundo informações da Marinha dos Estados Unidos, pelo menos 27 suspeitos de envolvimento com o tráfico morreram em seis ataques a embarcações desde o início de setembro.
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Outro episódio recente envolveu um ataque norte-americano a um narco-submarino, resultando na morte de duas pessoas. Um colombiano de 34 anos gravemente ferido e foi repatriado depois da internação.
Segundo o ministro do Interior da Colômbia, Armando Benedetti, “ele chegou com traumatismo craniano, sedado, dopado e respirando por aparelhos”. Benedetti afirmou ainda que o sobrevivente será processado por suspeita de tráfico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que o narco-submarino transportava fentanil e outras drogas. “Os dois terroristas sobreviventes serão devolvidos aos seus países de origem, Equador e Colômbia, para serem detidos e julgados.”
Leia também: O rolo compressor de Donald Trump, reportagem de Ana Paula Henkel publicada na Edição 279 da Revista Oeste






































Eita! Mais um que precisa melhorar a química como o Trump.
Pablo Escobar era pescador 🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨🚨
Muito triste um presidente acusar os Americanos, por morte de traficantes, imagina quantas familias esses sujeitos destroyed.