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Partido Comunista da China encerra reunião anual

Encontro serviu para lideranças comunistas falarem em poder tecnológico e segurança nacional

Bandeira da China, país controlado pelo Partido Comunista há décadas
Bandeira da China, país controlado pelo Partido Comunista há décadas | Foto: Reprodução/Freepik

O Partido Comunista da China encerrou uma reunião do alto escalão nesta quinta-feira, 18. O encontro, que ocorre anualmente, serviu para endossar políticas destinadas a impulsionar o poder tecnológico do país, além de fortalecer a segurança nacional.

Comunicado divulgado depois do fim da reunião, conhecida como Terceiro Plenário, forneceu apenas um resumo geral das decisões. Mais detalhes provavelmente virão à tona no decorrer dos próximos dias.

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“O período atual e futuro é um momento crítico para a promoção abrangente da construção de um país forte e da grande causa do rejuvenescimento nacional com a modernização ao estilo chinês”, afirma o Partido Comunista chinês, em trecho do comunicado. “Desenvolvimento de alta qualidade é a tarefa primordial na construção de um moderno país socialista de forma integral.”

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Ainda segundo o comunicado, as metas delineadas na reunião serão concluídas até 2029. No ano será celebrado o 80º aniversário da fundação da República Popular da China — quando o país passou a ficar sob controle dos comunistas.

Agenda do Partido Comunista da China

A agenda da reunião do Partido Comunista focou estratégias destinadas a garantir crescimento econômico autossuficiente. Isso em um momento em que a China enfrenta barreiras cada vez maiores de acesso à tecnologia avançada ocidental, como chips de ponta para computadores e inteligência artificial.

“A segurança nacional é uma base importante para o desenvolvimento constante e de longo prazo da modernização ao estilo chinês”, acrescenta o comunicado. A legenda ainda observa que “liderança do partido é a garantia fundamental” para alcançar esse objetivo.

Investidores estrangeiros e os mercados financeiros estavam atentos a possíveis medidas da liderança chinesa para combater a crise no setor imobiliário do país e a fraca confiança dos consumidores que vêm impedindo a China de se recuperar plenamente da covid-19.

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O crescimento econômico da China desacelerou para 4,7% na comparação anual do segundo trimestre. A desaceleração se dá à medida que os investimentos no setor imobiliário e as vendas de moradias continuaram a diminuir, apesar de uma série de medidas adotadas por Pequim para incentivar as famílias a adquirir casas.

Notícias recentes da mídia estatal e comunicados oficiais anteriores sugerem que o governo chinês continuará priorizando o investimento em tecnologias e incentivos para que empresas atualizem seus equipamentos e habilidades. Tendência em linha com a diretriz do presidente chinês, Xi Jinping, de buscar “desenvolvimento de alta qualidade”.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado e da agência de notícias Associated Press

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