A flotilha que recentemente tentou furar o bloqueio marítimo alegava levar mantimentos medicamentos a Gaza. Interceptados pela Marinha de Israel, em seus 43 barcos foram encontradas quantidades insignificantes de alimentos, nenhum medicamento, porém um número não desprezível de preservativos.
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Treze brasileiros participaram desse “cruzeiro de verão” no Mediterrâneo que, pelo que se comenta, contou com o famoso trinômio SDS — sol, droga, sexo. Quase todos no grupo brasileiro são membros do Psol e do PT. Sabedores que a flotilha seria seguramente interceptada, armaram previamente um discurso unificado, pelo qual todos diriam terem sido maltratados e mal alimentados. No intuito de vetar às autoridades de Israel acesso aos nomes dos patrocinadores e dos jornalistas coniventes e aos acordos de discursos unificados, todos atiraram seus celulares ao mar durante a abordagem.
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Mas agora há uma excelente notícia para aqueles “benfeitores da Palestina”. Na próxima quarta-feira, 15, a fronteira de Gaza, em Rafah, será aberta para passagem em ambos os sentidos. Não há mais bloqueio, o que enseja a fenomenal oportunidade para que esses ativistas entrem livremente em Gaza, levando tanta ajuda humanitária quanto desejarem.
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Se tomarem hoje um voo ao Egito, chegarão ao posto fronteiriço já no momento da abertura. Poderiam ter a glória de serem expostos nas primeiras páginas de jornais de todo o mundo. Já imagino as manchetes: “Brasileiros são os primeiros a cruzar a fronteira, entrando em Gaza com toneladas de ajuda humanitária”.
No entanto, algo me diz que isso não acontecerá. Esse grupo não pretendia ajudar ninguém, mas buscava provocar Israel, agitar incautos pelo mundo e conseguir publicidade — muita publicidade gratuita.
Há no Brasil milhões de infelizes que necessitam ajuda humanitária: comida, medicamentos, cadeiras de rodas, serviços médicos, água tratada, esgoto, escolas, professores etc.
Ajudar esses necessitados não exige cruzar o mundo, não exige uso de moeda estrangeira nem sequer ausência prolongada do país. Que tal unirem-se para ajudar brasileiros necessitados? Por que não o fazem?
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A resposta é bem simples: não há patrocinadores internacionais para essa ação, não há imprensa fazendo a cobertura e, principalmente, não há a possibilidade de acusar Israel e os judeus com mentiras que movem milhões de mal informados junto com outros milhões de antissemitas e esquerdistas cegos da realidade.
Assim sendo, esses “benfeitores” não irão a Gaza, que agora é acessível, nem irão fazer nada por nossos desvalidos. Mas estarão de malas prontas quando puderem aparecer e demonizar Israel com patrocinadores desconhecidos — seguramente!
Flotilha dos queima 🥯🥯🥯🥯🥯🥯🥯🥯