A principal coalizão da oposição da Venezuela, Plataforma Unitaria Democrática, informou neste sábado, 10, que 22 presos políticos foram libertados no país. As solturas ocorrem depois da pressão dos Estados Unidos, que capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores, no último fim de semana.
A Unidad, como é a coalização é conhecida, divulgou o balanço na rede social X. “Até às 17h do dia 10 de janeiro de 2026, este é o número atualizado de libertados que confirmamos”, diz o texto.
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A coalizão também publicou a lista com os nomes. Veja:
“É preciso acelerar os processos de libertação para que o sofrimento dos presos políticos e de suas famílias finalmente cesse”, continua a Unidad. “Permanecemos vigilantes, aguardando novas libertações, até que todos os presos políticos sejam libertados.”
Venezuela: os primeiros presos políticos soltos
Segundo fontes da oposição, há entre 800 e 1,2 mil presos políticos no país. Famílias seguem do lado de fora de centros de detenção, enquanto aguardam notícias de parentes há dois dias.
A Venezuela anunciou na quinta-feira 8 a libertação de um “número significativo” de detidos, incluindo estrangeiros. Quarenta e oito horas depois, houve pouco avanço.
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Entre os primeiros libertados estão a ativista Rocío San Miguel, detida em fevereiro de 2024, e Enrique Márquez, ex-candidato à Presidência.
A prisão de Márquez ocorreu depois de denunciar irregularidades nas eleições de 2024, que reelegeram Maduro.
Já Rocío estava no Helicoide, prisão descrita por organizações de direitos humanos como “centro de tortura”. Ele deixou a prisão com outros quatro espanhóis e seguiu para Madri.






































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