Operadoras de telecomunicações do Reino Unido alertaram o governo sobre a possibilidade de racionar o acesso ao sinal de celular diante do aumento dos custos de energia.
Empresas como VodafoneThree, Virgin Media O2 e EE discutiram o tema com autoridades depois do o governo excluí-las de um programa de apoio conduzido pela ministra Rachel Reeves.
Receba nossas atualizações

As autoridades analisam medidas como limitar o acesso às redes, reduzir a velocidade de conexão. E adotar tarifas dinâmicas, com cobrança adicional em horários de maior demanda. O foco é conter o consumo de energia diante da alta de preços associada ao conflito no Irã.
Setor pressiona por apoio e cita impacto na expansão
Executivos do setor afirmam que serviços de dados móveis e chamadas podem sofrer os maiores impactos, embora a banda larga também esteja no radar. O aumento dos custos pode ainda levar empresas a rever planos de expansão das redes 5G.
As operadoras defendem que o setor deve receber apoio público por operar infraestrutura considerada crítica. Segundo as empresas, as redes móveis consomem cerca de 1 terawatt-hora de eletricidade por ano, volume equivalente ao uso de aproximadamente 370 mil residências.
Em resposta, um porta-voz do governo afirmou que a lei obriga as operadoras a manter a conectividade.
Na semana passada, Reeves anunciou medidas para reduzir contas de energia de cerca de 10 mil fabricantes em até 25%, dentro de um programa de competitividade industrial. As ações, no entanto, só devem entrar em vigor em abril de 2027.
+ Mais notícias de Mundo em Oeste




































O Reino Unido, está falido e fodido. O império onde o sol jamais se punha, virou um lixão onde o sol evita se levantar. Parece que ali, como aqui, é ladeira abaixo. “Imagine”, iniciando o empurrãozinho ladeira a baixo do Reino Unido, só para lembrar do maduro da Venezuela.