publicidade
Mundo

ONU diz que Nicolás Maduro cometeu crimes contra a humanidade

Relatório destacou os abusos do regime chavista durante o período eleitoral

Nicolás Maduro durante campanha para a Presidência
Nicolás Maduro durante campanha para a Presidência | Foto: RS/Fotos Publicas

A Missão Internacional Independente de Apuração de Fatos sobre a Venezuela, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), destacou em relatório os crimes de direitos humanos que o regime chavista cometeu no país durante o período eleitoral deste ano. O documento mostra que, sob o comando do ditador Nicolás Maduro, houve um aumento significativo nos crimes cometidos contra a população.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

Entre as principais violações que o relatório destaca estão detenções arbitrárias, casos de tortura, desaparecimentos e violência sexual. Esses atos foram, segundo a ONU, perpetrados tanto pelas forças de segurança do governo quanto por grupos armados que apoiam o regime de Maduro.

Apelo internacional por ações imediatas

O documento também faz um apelo à comunidade internacional para que pressione por uma ação imediata, visando à libertação dos detidos de forma ilegal. Essa solicitação destaca a urgência de uma resposta global para interromper as práticas abusivas da ditadura venezuelana durante o processo eleitoral para a Presidência da República.

+ Ditadura da Venezuela cancela passaportes de jornalistas

No contexto político da Venezuela, o regime de Maduro continua a enfrentar contestações quanto à legitimidade das eleições ocorridas em julho. A situação foi agravada pelo impedimento de María Corina de concorrer a cargos públicos, o que gerou uma forte reação internacional.

Comunidade internacional reconhece fraude na reeleição de Nicolás Maduro

Edmundo Gonzalez, líder da oposição na Venezuela; posse
A oposição informou que Edmundo Gonzalez venceu as eleições com mais de 60% dos votos | Foto: Reprodução/Facebook

O Parlamento Europeu, órgão legislativo da União Europeia, aprovou em setembro uma resolução que reconhece Edmundo González Urrutia como presidente democraticamente eleito da Venezuela. A organização avisou que vai fazer “tudo que estiver ao seu alcance para que o político tome posse em 10 de janeiro de 2025”.

A decisão vai contra o resultado apresentado pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, ligado ao regime chavista, que certificou a reeleição de Maduro para o seu terceiro mandato. O anúncio, contudo, não apresentou as atas eleitorais, descumprindo assim os requisitos de transparência previamente acordados pela Justiça.

Os Estados Unidos também reconhecem González como vencedor das eleições presidenciais da Venezuela.

Leia também: “A política externa de Lula rebaixa o Brasil a mordomo-chefe da ditadura de Maduro

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade