O ataque ao Irã foi até aqui uma operação militar de sucesso. Mas o regime precisa cair, a transição deve acontecer por completo. Há um povo inteiro escravizado pela dinastia dos aiatolás atômicos que precisa retomar o país e voltar aos valores das liberdades civis de antes da revolução islâmica de 1979, um fanatismo violento que acabou com a próspera civilização persa.
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Do lado americano, se depuser o regime por completo, o presidente Donald Trump terá feito a maior libertação de um povo em tempos recentes desde a deposição de Nicolás Maduro, na Venezuela, nos primeiros dias de janeiro deste ano.
Isso recoloca os EUA na posição de única superpotência mundial com uma capacidade bélica e de intervenção sem similar no planeta. A demonstração de força da máquina de guerra norte-americana dá uma série de recados a eventuais contestadores.
À Rússia, que imaginou fazer uma operação especial de poucas semanas e tomar o controle da Ucrânia, segue há quatro anos numa luta sem fim, com definhamento de seu exército e exposição de fragilidades tecnológicas e de infantaria até então inimagináveis. Tanto que o presidente russo, Vladimir Putin, recorreu por diversas vezes à retórica nuclear. Foi o que sobrou. Não é pouco e as ameaças são sérias, mas no campo de batalha convencional, Moscou contabiliza baixas e prestígio. Não fosse um regime opressor, teria caído diante da pressão popular.
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Os EUA também mandam um recado à China. A ameaça de anexação de Taiwan é resiliente e não deve ser descartada. Mas como Pequim ainda não foi capaz ou teve a coragem de ir adiante, olha para os EUA com a prudência que a guerra recomenda.
Seja na ação de assalto cirúrgico na Venezuela, na captura de um tirano com tropas especiais, ou no Irã, numa operação de larga mobilização de arsenal militar que eliminou o núcleo duro dos aiatolás, os Estados Unidos estão muito à frente de qualquer outro. Dos ataques dos bombardeiros Stealth B2 às instalações nucleares iranianas, em junho do ano passado, até a megamobilização de agora, envolvendo dois porta-aviões e uma série de navios de alto poder de fogo e destruição na região do Oriente Médio, os EUA se impuseram e deram as cartas.

A Casa Branca de Trump está decidida a defender a liberdade e a recuperar o protagonismo americano depois do desastre dos democratas, estes mais envolvidos em suas teses woke e na política miúda de Washington do que na defesa do legado do pós-Segunda Guerra.
Muito além da estrondosa demonstração de suas Forças Armadas, Donald Trump posiciona os EUA de novo como peça central inequívoca de todo xadrez geopolítico a ser jogado no mundo. A escolha de aliados certos, como Israel, no Oriente Médio, parceiro de inteligência e de ataques ao Irã, é diplomacia de resultados. Na comparação com a Rússia, a rival de antes, e a China, a oponente do momento, que tinham o Irã como parceiro, os EUA se diferenciam por ostentarem valores que o mundo civilizado, inclusive o pretensamente antiamericano, se vê obrigado a aderir.
A Rússia, na Ucrânia, e a China, em Taiwan, são guerras de expansão e ocupação territorial, uma visão imperialista do século passado que não cabe mais no século 21. E são ditaduras com forte repressão social. Os Estados Unidos, uma democracia plena, não ocuparam a Venezuela e tampouco vão fazê-lo no Irã. Como na Europa em 1945, livraram povos de regimes tirânicos. Manterão, por certo, influência e certo nível de controle no pós-guerra. Tanto na Venezuela quanto no Irã, é impossível sair antes de se certificar que não haverá retrocessos, o que seria um retrabalho militar que custaria caro ao pagador de impostos americano. Daí a preocupação, até apelo, para que os EUA resolvam de vez a transição no Irã.
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Fato é que o governo Trump sempre começa pela diplomacia. Foi assim na Venezuela, com vários ultimatos ao ditador venezuelano, e aos aiatolás iranianos, com uma série de reuniões bilaterais. Mas há sempre um dia D. E quando chega esse dia, a máquina de guerra americana demonstra ser implacável, altamente eficiente e vitoriosa.
E como única nação capaz de enfrentar tiranias mundo afora, também imprescindível.
E a nossa mula analfabeta acho que pode falar grosso, nao se comporte direitinho que o Trump te pega e leva pra cumprir seu resto de 10 na cadeia americana
So Lula o parente de Lampião é capaz de enfrentar os EUA e Donald Trump. Em nome da soberania e democracia relativa. Como diria minha avó tem doido pra tudo e idiota pra todos.