A Prefeitura de Niterói assumiu os custos para trazer ao Brasil o corpo da publicitária Juliana Marins, de 26 anos. A jovem morreu ao cair de um penhasco durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia.
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O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), afirmou que conversou com Mariana Marins, irmã da vítima. Durante o contato, garantiu que a prefeitura se responsabilizaria pelo traslado e que a cidade acolheria Juliana em seu retorno.
A família ainda não definiu a data do velório nem do sepultamento. O corpo segue na Indonésia, onde passará por autópsia. As autoridades locais pretendem esclarecer a causa da morte antes de liberar os restos mortais.
Prefeitura de Niterói decretou luto oficial de três dias
Na terça-feira 24, a prefeitura decretou luto oficial de três dias. Também anunciou que fará uma homenagem pública em memória da jovem.

De acordo com a legislação brasileira, o Itamaraty não custeia o transporte de corpos de cidadãos falecidos fora do país. O artigo 257 do Decreto nº 9.199, de 2017, estabelece que não há cobertura consular para despesas com hospitalização, enterro nem traslado.
A norma prevê exceções, mas apenas para casos médicos específicos ou emergências de caráter humanitário. Juliana não se enquadrava nesses critérios.
O acidente que envolveu a jovem ocorreu na sexta-feira 20. Equipes de resgate conseguiram localizar a publicitária com vida, mas não chegaram a tempo. Quando conseguiram alcançá-la, na terça-feira, Juliana já estava morta. O resgate do corpo foi finalizado nesta quarta-feira, 25, em uma área de difícil acesso e terreno rochoso.
Juliana era conhecida pelo espírito aventureiro e alegria constante. Em uma das últimas imagens divulgadas, aparece sorrindo sobre uma pedra com o mar ao fundo. Veste jaqueta jeans, boné e óculos escuros. De braços abertos, segura um doce vermelho e parece celebrar a vida sob um céu com nuvens leves.






































Quando o governo não quer ajudar, usam como desculpas “A LEI” não permite, mas quando quer ajudar usam a FAB, e o nacional que está do outro lado do mundo … bem! ai é com a família.
Se a Juliana fosse alguma ex-presidente corrupta e condenada em seu país de origem, a “lei” não impediria que fossem buscá-la.
Pare de relinchar asneiras aqui Pauno N Marques… Qual lei que permite o uso de crack, sendo que usuário como a sra. esquerdotário, “cumpridores da lei”, faz??
Trazer com jatinho da FAB ex-1ª dama do Peru condenada por corrupção pode.. Mas trazer o corpo da moça brasileira, não pode!
Faz o “L”
Então responda mulinha acéfala Pauno N Marques, qual LEI permite trazer uma condenada por CORRUPÇÃO em outro pais em ir busca-la e trazer pela FAB ?
Só se for a LEI da reciprocidade: art. 1 – Corrupto auxilia corrupto…
E para a sra. imbecil Pauno N. MArques, procure tratamento, pois crack acaba com os poucos neurônios que talvez tenhas…
Com o que os 3 poderes usam e abusam da FAB, daria para buscar muitos mortos brasileiros pelo mundo afora.