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Netanyahu relaciona ataque antissemita na Holanda a 'ataque jurídico' do Tribunal de Haia

Torcedores do time de futebol israelense Maccabi Tel-Aviv foram agredidos na última sexta-feira, 8

Netanyahu em dia de ataques a líderes do Hamas e Hezbollah
Benjamin Netanyahu se pronunciou sobre o caso nas redes sociais | Foto: | Foto: Reprodução/Escritório do primeiro-ministro

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, condenou os recentes ataques antissemitas contra torcedores israelenses em Amsterdã, na Holanda, em um vídeo publicado no seu perfil oficial no Twitter/X, na manhã deste domingo, 10.

Netanyahu conectou esses eventos ao que descreveu como “um ataque criminal legal contra Israel no Tribunal Internacional em Haia”. Para o primeiro-ministro, há uma “linha clara” que une a violência nas ruas de Amsterdã aos processos legais contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça.

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“Aprendemos algo com a história: os ataques desenfreados que começam contra os judeus nunca terminam com os judeus”, declarou Netanyahu. Ele reiterou o compromisso de Israel de proteger seus cidadãos: “Nós nunca permitiremos que os horrores da história se repitam. Nós nunca nos renderemos – nem ao antissemitismo, nem ao terrorismo.”

O ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, também reforçou a posição de Netanyahu, declarando que tanto os ataques quanto as investigações nos tribunais internacionais representam “um perigoso anti-semitismo cujo objetivo é fazer com que os judeus e seu país sejam impotentes”.

A fala do primeiro-ministro israelense e de Gideon Saar estão relacionadas ao caso dos torcedores do time de futebol israelense Maccabi Tel-Aviv, que foram vítimas de um ataque antissemita na última sexta-feira, 8. O crime ocorreu logo depois de um jogo da Liga Europa contra o time holandês Ajax.

Netanyahu mantém conversas com Trump

Netanyahu também declarou ter mantido três conversas com o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, desde a eleição americana, há menos de uma semana, nas quais ambos teriam expressado uma visão comum sobre a ameaça do Hamas.

Segundo Netanyahu, as negociações com Trump buscam “fortalecer ainda mais a forte aliança entre Israel e os EUA”. Para o premiê israelense, tanto ele quanto Trump “veem de perto a ameaça iraniana em todos os seus componentes, e o perigo que ela representa”. 

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O primeiro-ministro ainda afirmou que ambos também “veem as grandes oportunidades diante de Israel, na expansão da paz e em outros reinos”.

Netanyahu classificou as conversas com Trump como “boas e muito importantes”, ressaltando o potencial de uma relação fortalecida com o novo governo dos EUA para enfrentar desafios de segurança e explorar novas possibilidades de paz na região.

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