O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o Irã não pode receber autorização para se equipar com armas nucleares. A fala ocorre depois da ofensiva militar coordenada entre seu país e os Estados Unidos, na madrugada deste sábado, 28, a qual teve o território e o regime iranianos como alvos.
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O líder israelense afirmou que a ação cria condições para que a população iraniana assuma o controle do próprio destino. Os ataques conjuntos provocaram explosões na capital Teerã e em outras quatro cidades.
Netanyahu defendeu que chegou o momento para “todos os setores da população do Irã removerem o jugo da tirania [do regime] e construírem um Irã livre e pacífico”.
אחיי ואחיותיי אזרחי ישראל, לפני שעה קלה יצאנו ישראל וארה״ב למבצע להסרת האיום הקיומי מצד משטר הטרור באיראן.
— Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו (@netanyahu) February 28, 2026
אני מודה לידידינו הגדול הנשיא דונלד טראמפ על מנהיגותו ההיסטורית.
במשך 47 שנים קורא משטר האייתוללות ״מוות לישראל״, ״מוות לאמריקה״. הוא הקיז את דמינו, רצח אמריקנים רבים וטבח… pic.twitter.com/itTF5b4jB4
Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a participação norte-americana. Ele enfatizou que a ação busca proteger cidadãos dos EUA contra ameaças do regime iraniano. Trump reiterou a política de impedir que o Irã obtenha armas nucleares e prometeu atacar a indústria de mísseis iraniana.
Contexto diplomático e militar da ofensiva
🇮🇷 l URGENTE
— Henry B. (@i_fhenrique) February 28, 2026
JATOS DE COMBATE ESTÃO NESSE MOMENTO DOMINANDO O CÉU DE TEERÃ. pic.twitter.com/8pNF2SSLkn
A operação começa depois da chegada de caças e navios de guerra dos EUA à região, em tentativa de pressionar o Irã a aceitar restrições ao seu programa nuclear. A última reunião entre representantes dos EUA e do Irã aconteceu na última quinta-feira, 26, em Genebra, na Suíça, quando se acertou novo encontro para a próxima segunda-feira, 1.
Os Estados Unidos exigem o fim do enriquecimento de urânio e a limitação dos mísseis balísticos iranianos. Além disso, pedem a interrupção do apoio a grupos armados no Oriente Médio. O Irã, por sua vez, insiste que seu programa nuclear tem o foco em geração de energia. O país já sinalizou aceitar limites em troca do fim das sanções.
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