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Netanyahu envia diretor de inteligência ao Catar para negociar cessar-fogo em Gaza

País judaico está há 15 meses em guerra contra o grupo terrorista Hamas

Netanyahu | ‘Israel continuará a se defender contra o Hamas, uma organização terrorista genocida’, afirmou Benjamin Netanyahu | Foto: Reprodução/Vídeo/Benjamin Netanyahu
Netanyahu vai mandar autoridades para o Catar, na esperança de ter cessar-fogo com um grupo terrorista | Foto: Reprodução/Twitter/X

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, autorizou a ida do diretor da agência de inteligência e operações especiais Mossad, David Barnea, ao Catar. A ideia da viagem é avançar nas negociações de cessar-fogo com o grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza e invadiu Israel em 7 de outubro de 2023.

O gabinete de Netanyahu anunciou a decisão neste sábado, 11. Ele não foi informou, no entanto, quando Barnea viajaria para Doha, capital do Catar, onde ocorrerá a próxima rodada de negociações entre Israel e os terroristas do Hamas. A presença do diretor da Mossad mostram que autoridades israelenses do alto escalão estão diretamente envolvidas no plano de cessar-fogo.

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Apenas um breve cessar-fogo foi alcançado em 15 meses de guerra, ainda nas primeiras semanas de combate. Desde então, as conversas mediadas pelos Estados Unidos, pelo Egito e pelo Catar enfrentaram vários impasses.

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Netanyahu tem insistido na destruição da capacidade militar do Hamas em Gaza, enquanto o Hamas exige a retirada completa das tropas israelenses do território. Na última quinta-feira, 9, o Ministério da Saúde de Gaza, que é controlado pelo grupo terrorista, informou que mais de 46 mil palestinos foram mortos durante a guerra.

Netanyahu, Mossad e conversas por cessar-fogo

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel | Foto: Reprodução/Redes sociais

Além do diretor do Mossad, serão enviados ao Catar o chefe da agência de segurança interna de Israel (Shin Bet) e conselheiros militares e políticos. Segundo o gabinete de Netanyahu, a decisão foi tomada depois de uma reunião com o ministro da Defesa, chefes de segurança e negociadores “em nome das administrações dos EUA, tanto a atual quanto a futura”.

O gabinete do primeiro-ministro israelense também divulgou uma foto de Netanyahu ao lado de Steve Witkoff, enviado do presidente eleito norte-americano, Donald Trump, para o Oriente Médio. O aliado do político republicano esteve no Catar nesta semana.

Leia também: “O ‘crime’ de ser israelense”, reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 251 da Revista Oeste


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

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