O empresário Elon Musk publicou, em sua conta na rede social X, uma advertência sobre a queda nas taxas de natalidade em diversos países. Em postagem feita na noite da última sexta-feira, 24, Musk escreveu que o “colapso populacional é uma crise massiva”.
A mensagem foi publicada como resposta a outro perfil da plataforma, que havia destacado a queda das taxas de natalidade em muitos países e afirmou que “o colapso populacional é a maior ameaça à civilização” e que “mudanças precisam acontecer para salvar a humanidade”.
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O post principal acompanha um gráfico produzido pelo jornal Financial Times, com dados oficiais de agências nacionais e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O gráfico apresenta a evolução da taxa de fecundidade em seis territórios: França, Alemanha, Finlândia, Itália e Espanha e a média da União Europeia.
As linhas mostram um declínio consistente nas taxas de natalidade a partir da década de 1960. Todas as regiões retratadas apresentam queda abaixo do nível de reposição populacional — representado no gráfico como o patamar de 2,1 filhos por mulher — já a partir das décadas de 1970 e 1980, com algumas variações ao longo do tempo.
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Em alguns casos, como Espanha, Itália e Alemanha, os índices se mantêm em patamares considerados “ultra-low” (muito baixos), abaixo de 1,5 filho por mulher, conforme a delimitação traçada na imagem.
Entre os países destacados, a França é a única que apresenta oscilações mais próximas do nível de reposição ao longo das últimas décadas, embora também tenha registrado tendência de queda, de acordo com o gráfico.
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A publicação de Musk teve ampla repercussão na rede social. Até a tarde desta segunda-feira, 26, a postagem acumulava mais de 42 milhões de visualizações, além de milhares de curtidas, compartilhamentos e comentários.
A crise de natalidade é um tema recorrente nas declarações públicas de Musk, que o trata como uma questão central para o futuro da humanidade. O empresário considera o declínio populacional um risco civilizacional e defende abertamente políticas e valores que incentivem a formação de famílias, especialmente em países desenvolvidos.
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