publicidade
Mundo

México prende o braço direito do traficante El Mencho

Detenção de comparsa permitiu às Forças Armadas localizar o esconderijo de Nemesio Oseguera

Depois da morte de El Mencho, o cartel começou uma série de ataques terroristas no México | Foto: Reprodução/Redes Sociais
Depois da morte de El Mencho, o cartel começou uma série de ataques terroristas no México | Foto: Reprodução/Redes Sociais

As Forças Armadas do México anunciaram neste domingo, 15, a detenção de José N, conhecido no submundo do crime como “El Pepé”. O prisioneiro exercia função estratégica no Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG) e serviu como o elo involuntário que permitiu a localização de Nemesio Oseguera, o “El Mencho”. A captura aconteceu em Tlajomulco, onde militares apreenderam um automóvel, armamentos e entorpecentes com o suspeito.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

Receba nossas atualizações

A inteligência militar monitorou o deslocamento de uma mulher vinculada ao chefe da facção para descobrir o seu paradeiro secreto. “El Pepé” transportou a companheira do traficante até um imóvel luxuoso em Tapalpa. Com a conclusão desse monitoramento, o governo federal deflagrou a ofensiva que resultou no ferimento e óbito de Oseguera em 22 de fevereiro. O líder criminoso era alvo prioritário da Justiça dos Estados Unidos, que fixava um pagamento de US$ 15 milhões por informações que levassem ao seu rastro.

Morte de El Mencho acentua conflitos no México

A queda do antigo comandante do CJNG detonou uma retaliação sangrenta em território mexicano. Criminosos espalharam o caos em 20 das 32 unidades federativas do país, promovendo barricadas em rodovias e ataques incendiários contra o comércio local. Os confrontos diretos entre agentes estatais e as milícias do narcotráfico contabilizam mais de 70 vítimas fatais logo que a morte de Oseguera recebeu confirmação oficial.

O cerco bem-sucedido ocorreu em um clube campestre de alto padrão no oeste mexicano. Naquele momento, as equipes de segurança aproveitaram o encontro íntimo do alvo para realizar a incursão definitiva. O sucesso da manobra dependeu inteiramente do rastreio de José “N”, apontado agora como um braço direito que facilitou o acesso ao núcleo da organização criminosa mais violenta da região.

Leia também: “Trump considera adiar viagem à China para pressionar cooperação sobre Estreito de Ormuz”

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade