Uma equipe de cientistas britânicos, norte-americanos e sul-africanos publicou um estudo na revista Science Advances sugerindo que o megalodonte, o maior tubarão que já existiu na Terra, pode ter sido um animal maior, mais rápido e mais forte do que antes se acreditava.
Como os corpos dessas criaturas eram formados basicamente por cartilagem, o Otudos megalodon, nome científico do tubarão gigante que viveu há cinco milhões de anos, os pesquisadores precisaram usar dentes desses predadores e realizar comparações com parentes vivos, como as espécies tubarões-canela e tubarão-branco.
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Catalina Pimiento, paleontóloga da Universidade Swansea, no País de Gales, e o anatomista inglês John Hutchinson, especialista em modelagem computacional de animais extintos, desenvolveram com uma equipe de colaboradores um modelo de megalodonte em 3-D. Para isso, eles tiveram como base a espinha preservada de um tubarão gigante extinto, descoberta na década de 1860 e mantida no Instituto Real de Ciências Naturais da Bélgica.

O resultado da modelagem dos pesquisadores sugere que o animal pré-histórico tinha cerca de 15 metros de comprimento e 67 toneladas. Entretanto, Catalina Pimiento defende a teoria que é possível que os megalodontes fossem ainda maiores, já que existem outras vértebras fossilizadas que são 50% maiores do que a usada no projeto 3-D.
Para além do tamanho, a equipe descobriu que os megalodontes poderiam atingir uma velocidade de cruzeiro de aproximadamente 5 quilômetros por hora (km/h). Entre as demais espécies existentes, a maior velocidade é a do tubarão-salmão, que pode atingir mais de 3 km/h. “Essas reconstruções funcionam muito bem quando aplicadas a animais vivos cuja massa conhecemos, então parecem estar certas, em geral”, afirmou o pesquisador John Hutchinson.
Briga por comida causou extinção
Uma guerra por comida pode ter sido a razão da extinção do megalodonte. Segundo um estudo da Universidade Johannes Gutenberg, em Mainz, na Alemanha, o animal teve de competir por alimentos com outro predador feroz, o tubarão-branco.
Muitos fatores diferentes foram sugeridos para explicar a extinção do megalodonte, que ocorreu há 3 milhões de anos. Entre eles, as mudanças no nível do mar e a redução de presas.
No estudo, os pesquisadores usaram isótopos de zinco (elemento químico) nos dentes de tubarões vivos para tentar entender a dieta de animais mortos há muito tempo. Pistas químicas nos dentes de tubarões vivos e 13 dentes fósseis do animal extinto sugerem que o tubarão-branco e o megalodonte tiveram posições semelhantes na cadeia alimentar e podem ter competido pelo mesmo alimento, incluindo baleias, golfinhos e botos.
“A extinção foi estudada de muitos ângulos diferentes na última década”, observou Catalina Pimiento. “O mistério sobre o que o megalodonte comeu e até que ponto competiu com outros tubarões permanece.”
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Esse tubarão podia atingir 90 km/h
Foi descoberta em 2003 a espécie Petudus Barbudus, que vive em São Bernardo do Campo e se alimenta de antas, jacus, asnos e cururus, em todo o Brasil e também na América Latrina e África. Trata-se de um animal difícil de ser mantido em cativeiro, pois é sempre solto pelas espécies Advocatus Bempagus e Jus Corruptus.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk!
NÃO É MAIOR que a sanha GOLPISTA do stf/tse e PTralhas.
e a FOME de PODER dessa escória É AINDA MAIOR.
PODER para ROUBAR!