Quando a Organização das Nações Unidas (ONU) acusa Israel de matar civis, ela se baseia nos números do Ministério da Saúde de Gaza. Isso provoca inúmeras críticas de defensores de Israel, com o argumento de que esse órgão nada mais é do que o que setor de saúde do grupo terrorista Hamas. A crença nos números de extremistas, que cometeram as atrocidades de 7 de outubro, decorre da ignorância ou má-fé, segundo eles.
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Artigo do Israel Hayom mostrou quem está no comando desse ministério. Trata-se do doutor Munir Al-Barash. Médico de formação, ele ocupa um cargo estratégico dentro da estrutura administrativa controlada pelo Hamas.
A nomeação de Al-Barash como ministro, afirmam analistas, atendeu a dois objetivos: permitir que o Hamas tivesse liberdade de movimentação nos hospitais do enclave e dar legitimidade médica a comunicados sobre vítimas civis nos confrontos.
O pesquisador e usuário do X Philip Gritti, que acompanha regularmente os conflitos em Israel e na Ucrânia, publicou uma análise depois do mais recente bombardeio em um hospital local.
Ele apresentou uma hipótese sobre os fatores que levaram ao episódio e, de forma mais ampla, sobre a razão pela qual hospitais em Gaza se transformaram em alvo e palco de confrontos.
“Hamas e hospitais: uma estratégia sombria”, publicou ele, no título do post. “Munir Al-Barash, diretor de saúde da Faixa de Gaza, está transformando os hospitais da região em bases de terroristas do Hamas.”
De acordo com o jornal, houve um tempo em que imaginar um ataque a unidades de saúde parecia improvável. Hoje, no entanto, na Faixa de Gaza, essa prática se tornou frequente.
As Forças de Defesa de Israel já realizaram diversas operações em hospitais do território, mesmo diante da forte reação negativa da comunidade internacional. Israel, no entanto, utiliza o argumento de Gritti: os locais são bases das operações dos terroristas.
Médico do Hams nos hospitais em Gaza
Além da função pública, Al-Barash é descrito como um dos homens mais ricos da Faixa de Gaza e dirige a Namaa, organização que controla a produção agrícola do território. Essa instituição, segundo diversas fontes, atua também como braço econômico do grupo, garantindo fornecimento de alimentos e respaldo financeiro à facção.
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Enquanto comanda a saúde, e vários hospitais, Munir Al-Barash fornece suporte financeiro direto ao Hamas, por meio Namaa e de sua posição estratégica em Gaza. Isso inclui a provisão de recursos que sustentam as operações terroristas.
A proximidade de Al-Barash com a família de Ismail Haniyeh, líder morto em julho de 2024, é amplamente documentada em registros fotográficos que vão além das solenidades oficiais. Há relatos de que ele teria administrado pessoalmente os bens da família.
Os Haniyeh ocupam lugar central na liderança do Hamas. Ismail Haniyeh era ex-chefe do bureau político do grupo e residia no Catar. Hanyeh liderava a facção, com papel decisivo na ligação entre a ala política e a ala militar, além de manter influência sobre o financiamento internacional da organização.
A família do antigo líder também sempre foi conhecida por acumular patrimônio e viver em condições mais confortáveis do que a maioria dos habitantes de Gaza.
Menos um RATO…!
O Hamas é composto por covardes