Uma audiência do Senado dos Estados Unidos sobre medicamentos para aborto químico ganhou repercussão quando a médica obstetra Nisha Verma se recusou a responder de forma direta se homens podem engravidar. O episódio ocorreu nesta quarta-feira, 14, durante sessão da Comissão de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões, conforme relato da emissora Fox News.
+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
Durante o depoimento, a médica foi indagada pelos senadores republicanos Ashley Moody e Josh Hawley. Ao ser perguntada se homens podem engravidar, Verma afirmou que não sabia “qual era o objetivo da pergunta”, disse que atende pacientes com “diferentes identidades” e classificou a questão como política. Mesmo com insistência, ela não deu uma resposta afirmativa ou negativa.
Hawley afirmou que o objetivo era “estabelecer uma realidade biológica” e reforçou que se tratava de uma pergunta de “sim ou não”. A médica, no entanto, reiterou que preferia uma conversa mais ampla e evitou responder de forma direta.
Resposta dúbia de médica provocou repercussão
Depois da sessão, Hawley publicou vídeos do momento em sua conta na rede social X, com a legenda: “Homens não podem engravidar” e, em outra postagem, “Homens podem engravidar? Não é uma pergunta difícil”. Moody também divulgou trecho da audiência com a mesma indagação. As publicações contribuíram para a ampla circulação do episódio nas redes sociais.
No dia seguinte, o deputado republicano Buddy Carter enviou uma carta ao Conselho Estadual de Medicina da Geórgia, na qual pedia a cassação da licença médica de Verma. No documento, Carter afirma que a gravidez é uma função biológica exclusiva das mulheres e que a recusa em reconhecer esse fato compromete a prática segura da medicina, especialmente na obstetrícia e ginecologia.
A audiência teve como tema “Protegendo as mulheres: expondo os riscos dos medicamentos para aborto químico” e contou com depoimentos de médicos e autoridades para discutir políticas federais sobre pílulas abortivas.
Leia também: “Não! A pessoa que dá à luz não é o pai”, artigo de Frank Furedi publicado na Edição 9 da Revista Oeste
Revista britânica é criticada por capa com ‘homem trans’ grávido
‘Pai grávido’: Coringa engravida em novo quadrinho
Calvin Klein lança campanha com ‘homem trans grávido’
A imbecilidade nao é exclusividade dos brasileiros é só ver essa “ médica” de origem paquistanesa .
Muito idiota, eis quando a cegueira política cauteriza o cérebro.🤪
Uma profissional da saúde que politiza algo cientificamente incontestável não tem a menor capacidade para exercer tão importante profissão. A cassação da licença se faz imperiosa. Essa mulher é um risco.
Isso não é médica é uma abortada pelo buraco errado!
Revista Oeste quando perguntada sobre apoio de Flavio Bolsonarp.para Presidente….
Se ela não sabe responder algo basico, não pode exercer a profissão.