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María Elvira Salazar critica o Mais Médicos: 'Escravidão moderna do regime cubano'

A parlamentar norte-americana defende a continuidade da pressão econômica contra a ditadura castrista

A deputada republicana María Elvira Salazar, representante da Flórida | Foto: Reprodução/Redes sociais
Salazar direcionou uma crítica aos países e indivíduos que se aliaram a essa iniciativa | Foto: Reprodução/Redes sociais

A deputada norte-americana María Elvira Salazar usou as redes sociais para manifestar apoio às sanções aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra autoridades associadas ao programa Mais Médicos.  

Em sua postagem, Salazar afirmou que as “missões médicas” cubanas configuram um sistema de escravidão moderna do regime. Ela, que integra o Partido Republicano da Flórida, comemorou a decisão da gestão do presidente Donald Trump contra o programa brasileiro.

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A congressista também defendeu a pressão econômica norte-americana sobre o regime de Cuba. Ela argumenta que a receita obtida com a contratação dos profissionais da saúde beneficia a “elite castrista” e seus repressores, em vez de chegar aos médicos.

Por fim, Salazar direcionou uma crítica aos países e aos indivíduos que se aliaram a essa iniciativa. “Vocês não serão bem-vindos na terra da liberdade.”

Cuba recebia 70% dos salários dos profissionais do Mais Médicos

O programa Mais Médicos, criado no Brasil em junho de 2013, durante o governo de Dilma Rousseff, foi uma iniciativa que gerou intenso debate. Realizado em parceria com o regime de Cuba, o projeto tinha como meta ampliar o acesso da população a serviços de saúde.

Recentemente, o programa ressurgiu no centro de uma controvérsia internacional. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou que os EUA aplicariam sanções contra os responsáveis do “programa de exploração de mão de obra cubana”.

+ Leia também: “Mais Médicos: depois de sanção dos EUA, Padilha defende parceria com ditadura de Cuba”

Acontece que, por meio de um acordo, o regime cubano retirava parte do salário dos profissionais — 70% de um valor estimado em R$ 12 mil.  Desta forma, os médicos recebiam apenas 25%. A Organização Pan-Americana de Saúde ficava com 5%.

Além disso, muitos médicos alegaram desconhecer os termos do contrato firmado entre Dilma e o então ditador de Cuba, Raúl Castro. Com a posse de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro, em 2019, Cuba determinou o fim da participação dos médicos no Brasil, levando-os a retornar ao seu país de origem.

3 comentários
  1. Fabian Berman
    Fabian Berman

    Sanção Magnitisky seria uma boa opção para os envolvidos

  2. ANTONIO MARCOS MARTINS DE ANDRADE
    ANTONIO MARCOS MARTINS DE ANDRADE

    Corretissima. O projeto foi abafado e desarticulado, mas a escravidão era evidente e serviu para Dilma mandar $$$ para a querida Cuba por anos

  3. Célio Casagrande do nascimento
    Célio Casagrande do nascimento

    Tem que prender esses senhores de engenhos

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