O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o regime terá sua própria inteligência artificial (IA). Durante uma visita em uma escola, nesta segunda-feira, 15, o líder chavista afirmou que o tema será ensinado em salas de aula a partir deste ano.
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“A Venezuela em breve terá sua própria inteligência artificial, soberana, nacional, venezuelana, articulada pelo mundo, mas alimentada por nós”, declarou o ditador.
Medidas de Maduro sobre a IA
No ano passado, Maduro pediu que fossem tomadas medidas no setor de educação para que o país soubesse gerir a IA ao “máximo nível”. Isso ocorreria por meio de parcerias com “aliados estratégicos”, como Rússia e China.
O líder chavista quer que a tecnologia alcance os cursos universitários. Ele destacou a aplicação em campos como medicina, engenharia, design e ciências políticas.
Em julho, a ditadura venezuelana assinou um memorando de entendimento com a empresa chinesa iFlytek. A intenção é desenvolver tecnologias de IA. Segundo Maduro, a ação representou a entrada do país “em grande estilo” nesse meio.
Ataques dos Estados Unidos contra cartéis venezuelanos
O regime venezuelano passa por momentos críticos. A declaração de Maduro ocorreu no mesmo dia em que os Estados Unidos realizaram novo ataque contra uma embarcação que partiu da Venezuela.
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Segundo o presidente Donald Trump, o barco transportava drogas e era operado por “narcotraficantes”. O bombardeio deixou pelo menos três mortos. O republicano publicou nas redes sociais um vídeo da operação militar. O material gerou reações da ditadura venezuelana, que questionou a veracidade das imagens.
BE WARNED — IF YOU ARE TRANSPORTING DRUGS THAT CAN KILL AMERICANS, WE ARE HUNTING YOU! The illicit activities by these cartels have wrought DEVASTATING CONSEQUENCES ON AMERICAN COMMUNITIES FOR DECADES, killing millions of American Citizens. NO LONGER. pic.twitter.com/XHTDpWp6h7
— The White House (@WhiteHouse) September 15, 2025
A ação foi a segunda ofensiva do tipo em menos de duas semanas. Em 3 de setembro, os EUA interceptaram outra embarcação no Caribe. Na ocasião, o ataque resultou na morte de 11 traficantes, segundo autoridades norte-americanas.
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