O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu Edmundo González como presidente da Venezuela, depois da deposição do ditador Nicolás Maduro. “A transição que se aproxima deve ser pacífica, democrática e respeitosa da vontade do povo venezuelano. Esperamos que o presidente Edmundo González Urrutia, eleito em 2024, consiga garantir essa transição o mais rapidamente possível”, escreveu o presidente francês.
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González disputou a presidência em julho de 2024 e foi o mais votado, conforme reconheceram órgãos independentes de checagem. Mas a ditadura fraudou os resultados e empossou Maduro para um terceiro mandato.
Depois de intensa perseguição à oposição e à população que se manifestou contra a continuidade da ditadura, González se refugiou na Espanha. María Corina Machado, líder da oposição e vencedora do Nobel em 2025, precisou ficar escondida na Venezuela. Ela só saiu do país para ir à Noruega, para a premiação.
Macron, ao comentar a ação dos EUA na Venezuela, disse que “o povo venezuelano agora está livre da ditadura de Nicolás Maduro e só pode se alegrar”. “Ao tomar o poder e atropelar as liberdades fundamentais, Nicolás Maduro minou gravemente a dignidade do seu próprio povo”, escreveu.
O presidente francês, depois de defender a posse de González, também disse que está atualmente “em negociações com nossos parceiros na região”. “A França está totalmente mobilizada e vigilante, especialmente para garantir a segurança de seus cidadãos nestes tempos incertos”, afirmou.
María Corina agradece apoio de Macron
Em uma segunda postagem, Macron disse que tinha conversado com María Corina e manifestou apoio integral ao apelo dela pela libertação e proteção dos presos políticos do regime de Nicolás Maduro. A ativista divulgou mensagem neste sábado, 3, depois da deposição de Maduro.
Macron disse que o país “pode contar com o apoio da França para levantar a sua voz em favor de uma transição pacífica e democrática que respeite plenamente a vontade soberana do povo venezuelano”.
María Corina agradeceu a Macron e reforçou o mesmo apelo, de libertação de todos os presos políticos do país, “aos chefes de Estado e de governo e a todos os democratas do mundo”. “A libertação de TODOS os presos políticos é a nossa prioridade imediata.”
Maduro já está nos Estados Unidos, em um centro de detenção no Brooklyn, em Nova York. Ele será julgado por crimes relacionados ao tráfico internacional de drogas. A mulher dele, Cilia Flores, também foi levada aos EUA para julgamento.
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Este pobre babaca, que está mais por baixo do que tapete de porão, no seu decadente país, desesperadamente tenta se apegar a qualquer coisa, e obter um pouco de holofote.
Vá catar coquinhos. ….
Dificil entender este jogo politíco ! Frances farcesco ….