Um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, está previsto para ocorrer nesta quarta-feira, 24, em Nova York. O horário da reunião ainda não foi divulgado oficialmente. Ambos participam da 80ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
O diálogo acontece enquanto o conflito na Ucrânia ultrapassa três anos e meio, sem que propostas defendidas por Lula, como a formação de um grupo de países neutros para intermediar a paz, tenham obtido avanços concretos até agora.
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O governo brasileiro mantém postura de condenação à invasão da Ucrânia pela Rússia, mas evita apoiar sanções unilaterais aplicadas por Estados Unidos e União Europeia. Zelensky já declarou anteriormente que esperava uma posição mais firme de Lula nas críticas à Rússia.
Antes de reunião com Lula, Zelensky recebeu apoio de Trump

Nesta quarta-feira, 24, em meio aos debates da Assembleia-Geral da ONU, Zelensky, classificou como “positivo” o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump.
A jornalistas, Zelensky destacou o respaldo dos EUA à Ucrânia, mas ressaltou que “a paz depende de todos”, revelando que o esforço internacional conjunto é crucial. Zelensky e Trump se encontraram na terça-feira 23.
No mesmo dia, Trump adotou uma nova postura ao afirmar que a Ucrânia pode pôr fim à guerra com a Rússia sem ceder territórios, revendo sua opinião anterior, que sugeria a necessidade de concessão de áreas ocupadas para encerrar o conflito.
A fala do presidente norte-americano sinalizou uma mudança importante em seu posicionamento sobre a guerra.
O discurso do presidente da Ucrânia na ONU
Ao discursar para os líderes presentes nesta quarta-feira, Zelensky enfatizou que a responsabilidade por encerrar a guerra recai sobre os membros da Assembleia-Geral.
Ele declarou que é fundamental garantir o retorno de crianças sequestradas, a libertação de prisioneiros de guerra e a volta de reféns.
Zelensky também expressou gratidão pelo apoio da União Europeia, do G7 e do G20, ressaltando que a cooperação internacional é indispensável para fortalecer a resistência ucraniana e buscar uma saída pacífica.
“Não fiquem em silêncio enquanto a Rússia continua arrastando essa guerra”, afirmou o presidente da Ucrânia. “Por favor, falem e condenem isso.”






































A nossa Mula ainda prefere idolatrar Putin.
Quem é a ameba diplomática brasileira por achar que ainda possui alguma relevância no cenário global?