As forças israelenses realizaram ataques aéreos na Faixa de Gaza nesta quarta-feira, 19, em reação a ataques feitos por membros do grupo terrorista Hamas contra militares de Israel na região de Khan Yunis.
O Exército israelense informou que seus soldados não sofreram ferimentos durante o episódio. Autoridades locais afirmam que 11 palestinos morreram e mais de 20 ficaram feridos como resultado das ofensivas.
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Em nota oficial, o Exército israelense afirmou que a ação do Hamas violou o acordo de cessar-fogo em vigor.
“Mais cedo hoje, vários terroristas abriram fogo contra a área onde soldados das Forças de Defesa de Israel (FDI) estão operando em Khan Yunis”, diz a nota. “Essa ação constitui uma violação do acordo de cessar-fogo. Em resposta, as FDI começaram a atacar alvos terroristas do Hamas em toda a Faixa de Gaza.”
Hamas rompe o cessar-fogo mais uma vez
A Defesa Civil de Gaza, sob controle do Hamas, confirmou o número de mortos e relatou que a ofensiva ocorreu durante a manhã.
Esta é a terceira vez, desde a implementação do plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, há pouco mais de um mês, que o Hamas rompe o cessar-fogo e provoca reações de Israel.
Leia também: “O triunfo de Trump na diplomacia do Oriente Médio”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 292 da Revista Oeste
O primeiro caso foi registrado em 19 de outubro. O segundo, em 28 do mesmo mês. Em ambos os episódios, Israel anunciou a retomada do cessar-fogo algumas horas depois.
Histórico do conflito
O conflito começou em 7 de outubro de 2023, quando terroristas do Hamas invadiram Israel, assassinaram mais de 1,2 mil pessoas e sequestraram outras 250.
Em reação, Israel lançou operações militares de grande escala, incluindo ofensivas terrestres e bombardeios em Gaza.









































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