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Israel pede ajuda a moradores de Gaza para libertar reféns

Forças de Defesa prometem confidencialidade

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Refém liberta do Hamas, Yocheved Livschitz participa de coletiva de imprensa | Foto: Reprodução/YouTube/ The Times and The Sunday Times

Nesta terça-feira, 24, as Forças de Defesa de Israel (FDI) pediram ajuda aos moradores de Gaza para libertar reféns raptados pelo grupo terrorista Hamas.

“Se a sua vontade é viver em paz e ter um futuro melhor para os seus filhos, faça o ato humanitário imediatamente e compartilhe informações verificadas e valiosas sobre os reféns mantidos em sua área”, disse o perfil das FDI no Twitter.

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Israel disse que seus militares fariam o máximo de esforço para garantir segurança ao informante e à sua família. “E você receberá uma recompensa financeira”, prometeu, garantindo também “total confidencialidade”.

Hamas raptou e matou pessoas de 42 nações diferentes em Israel

Bruna Valeanu
Bruna Valeanu tinha 24 anos, nasceu no Rio de Janeiro e mudou-se para Israel em 2015: ela foi morta pelo Hamas | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na última segunda-feira, 23, o Hamas libertou duas reféns raptadas de Israel: Nurit Yitzhak, de 80 anos, e Yocheved Livschitz, de 85 anos. As idosas foram entregues à Cruz Vermelha.

Além de Israel, o grupo terrorista Hamas matou e raptou pessoas de ao menos 41 nações no ataque que orquestrou em 7 de outubro, segundo o próprio governo de Israel.

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São vítimas da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Belarus, Brasil, Canadá, Cazaquistão, Chile, China, Colômbia, Eritreia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Filipinas, Hungria, Índia, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Moldávia, Nepal, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, Sri Lanka, Sudão, Tailândia, Turquia, Ucrânia e Uzbequistão.

O grupo terrorista matou mais de 1,4 mil pessoas em Israel. Ao menos 130 pessoas ainda estão sendo feitas de reféns. “Esta não é apenas a nossa luta contra o Hamas”, disse Israel. “É a luta do mundo.”

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou os terroristas do Hamas de “selvagens” e disse que continuará a defender a nação israelense de seus ataques. Ele também disse que o país entrou em guerra contra a sua vontade.

“Israel está em guerra”, disse o primeiro-ministro. “Não queríamos esta guerra, que nos foi imposta da forma mais brutal e selvagem. Mas embora Israel não tenha começado esta guerra, Israel irá terminá-la.”

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