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O bem e o mal definidos em Israel — e o terror do relativismo

Forças midiáticas e governamentais que relativizam a história são tão cruéis quanto os terroristas

antissemitismo
A mídia esquerdista internacional tende sempre a ficar do lado dos terroristas islâmicos, segundo Adrilles Jorge | Foto: Gedalya AKA David Gott/Wikimedia Commons/Flickr

O pior ataque terrorista feito na história de Israel. Civis inocentes brutalmente assassinados, massacrados, torturados. Há momentos em que não há ambiguidade entre bem e mal num determinado conflito. Este é um deles. Israel é o bem, e o Hamas e todos que relativizam a ação criminosa do Hamas são o mal encarnado. Simples assim. Mas há quem na imprensa nacional chame a questão de luta de forças. Esta mesma imprensa que chama de terrorista uma senhora de 60 anos rezando num quartel.

Não tem luta de forças. Tem Israel, que personifica o bem, e movimentos terroristas, que personificam o mal. E forças midiáticas e governamentais que relativizam a história são tão cruéis quanto os terroristas.

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Leia também: “Quais as diferenças entre israelenses, palestinos e o grupo terrorista Hamas?”

No Brasil, já há quem inacreditavelmente justifique o ataque brutal terrorista a Israel. A deputada Luciana Genro compara judeus a nazistas que teriam ocupado território árabe e justifica a barbárie do Hamas. Trata as cenas dantescas, abjetas e covardes de crianças sequestradas, enjauladas, civis mortas, mulheres agredidas, estupradas, torturadas como “resistência palestina às agressões do Estado Terrorista de Israel”. Luciana não está sozinha. É só um exemplo do como a ideologia pode cegar para a realidade mais crua e óbvia sendo posta à sua frente. Em nome de uma visão — distorcida — de mundo, o ideopata nega os fatos e deturpa a realidade.

A realidade, a história do conflito de Israel e os povos árabes pode ser resumida assim: o povo judeu queria um país, um lugar para ficar, sobretudo após a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto Judeu. A ONU decidiu pelo terreno de Israel, e povos vizinhos árabes rechaçaram a ideia, esperando por um Estado da Palestina. A ONU e Israel deram toda sorte de ofertas de divisão de terra. Povos árabes rejeitaram todas as ofertas. Representações terroristas rechaçaram as ofertas, como sempre se negaram a aceitar a própria existência do Estado de Israel, lançando toda sorte de ataques brutais, matando pessoas inocentes. Israel a vida toda apenas se defendeu, atacando bases de terroristas. Estes terroristas usam escolas, creches e a própria população civil como escudo para caluniar Israel como assassino em massa. Bem clara a situação. Bem claro o corte do bem e do mal.

Leia mais: “Entenda o que é o Hamas, grupo terrorista que atacou Israel”

Imaginem: se as milícias terroristas param de atacar Israel e aceitam negociação, a paz reina; mas se Israel para de contra atacar, o país é destruído. Simples. Clarissimamente simples. Mas a ideopatia pseudo-progressista turva o simples. Em nome de uma espécie turva de multiculturalismo relativista, a mídia esquerdista internacional tende sempre a ficar do lado dos terroristas islâmicos.

Políticos de esquerda, no mundo e no Brasil, fazem discursos, textos e abaixo-assinados em nome da defesa do Estado Palestino, como se houvesse ataques gratuitos de Israel a povos árabes. Governos de esquerda como, o de Biden, financiam países que realizam atos terroristas, como o Irã, o país que hoje mesmo endossou o ataque terrorista do Hamas. Pior: dão dinheiro paro o Irã, na esperança de que ele não faça uma bomba atômica que pode varrer o Estado de Israel do mapa, como já prometeram alguns aiatolás. Ingenuidade ou cálculo?

O governo petista brasileiro, por exemplo, faz todo o possível para se aproximar de governos ditatoriais, como o do Irã. Enfim, vendo os mortos, o massacre, a tortura, a crueldade do ataque do Hamas, não há complexidade na afirmativa de que quem relativizar essa história ou apoiar subliminarmente qualquer crítica a Israel por agora e pela história está relativizando o mal absoluto e se tornando o mal absoluto.

O ataque do Hamas a Israel é um divisor de águas: quem não apoia Israel é canalha. Simples assim. O desfile de pessoas mortas, torturadas, massacradas neste ataque do Hamas a Israel é o desfile da crueldade nua e crua. É a síntese do desfile histórico de crueldades contra o povo judeu. Atenção: jornalista, intelectual, político, influenciador que relativizar esse terror estará desnudando sua sordidez.

A relativização do mal é o reino pleno do terror. Israel é um país perseguido. Não só agora, como historicamente perseguido. Quem deliberadamente mata inocentes É o mal. Israel é o Bem, sem nenhuma ambiguidade. E atenção: quem relativiza ou relativizará o Mal que fez e faz o Hamas é tão cruel quanto o movimento terrorista.

Artigo atualizado às 13h32 deste domingo, 8

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8 comentários
  1. Wilsom Bezerra
    Wilsom Bezerra

    ESSA É A “NOVA DEMOCRACIA RELATIVISTA DO PT ” ONDE TUDO Ê E RELATIVO ATÉ O TERRORISMO, INCLUSIVE.

  2. eliana aparecida de siqueira barradas
    eliana aparecida de siqueira barradas

    Só tenho a lamentar que pessoas possam apoiar o Hamas, e o pior que a mídia tradicional não define o Hamas a terroristas. Agradeço muito em ter assinado a Revista Oeste que informa o real e não a politização da opinião de pessoas com ideais sombrios.

  3. SERGIO RODRIGUES MARTINS
    SERGIO RODRIGUES MARTINS

    A esquerda é valhacouto de tudo que não presta!

  4. Jose Mauro Da Silva Rodrigues
    Jose Mauro Da Silva Rodrigues

    Perfeito!
    Não há o que relativizar.

  5. Fabio Reiff Biraghi
    Fabio Reiff Biraghi

    O território de Israel é absolutamente legitimo.
    Israel trás progresso para a humanidade.
    Os palestinos, não há duvida, são um povo totalmente capaz de contribuir como contribui Israel mas é oprimido pelos palestinos terroristas. Faixa de gaza com seu tamanho e população o hamas não imaginou o desastre que seria. Como pode Istael escolher alvos numa situação dessa. É um amontoado de pessoas. Sabiam que a mortandade seria enorme.

  6. Divino Souto De Paula
    Divino Souto De Paula

    Muito bom Adrilles! Importante ainda é deixar claro que não se deve confundir os palestinos, na sua maioria tão vítima quanto os israelenses, com o Hamas, entidade terrorista e altamente crimonosa com profunda relação de “NEGÓCIOS” com conhecidas facções crimonosas aqui da América do Sul……

  7. Christian
    Christian

    Se os Palestinos tivessem investido em suas terras como os Judeus o fizeram ao invés de comprar armamento.
    A palestina poderia ser tão produtiva e próspera quanto Israel.
    E, com certeza, teriam apoio dos Israelenses que dominam o conhecimento de transformar um deserto em paraíso.
    Mas escolheram o ódio e a guerra, só que se esquecem que são o ratinho na frente do elefante.

  8. Ed Camargo
    Ed Camargo

    O Hamas é um grupo terrorista e o pior de todos pois é tambem suicida.
    O Hamas em sua loucura cega, se houvesse algum resquício ou uma centilha de juizo entenderia que Israel é muito superior em poder armamentício e em seu resolve em sobreviver na terra prometida. A determinação e resiliência do povo Judeo é tão incomensurável que foram capazes de transformar um deserto nas terras mais férteis do mundo, enquanto seus inimigos fomentam o ódio e estratégias para destrui-los.
    Tenho certeza que Israel sairá desta guerra vitorioso enforçando o proverbio de “Dente por dente e olho por olho”.

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