Militares de Israel informaram neste domingo, 1º, que 40 membros das forças de segurança do Irã foram mortos em apenas um minuto. Eles teriam sido eliminados durante o bombardeio ao complexo que servia como gabinete e residência oficial do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica. O ataque dos EUA e de Israel ocorreu na madrugada do sábado 28.
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Segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, brigadeiro-general Effie Defrin, a ação militar “eliminou 40 comandantes e altos funcionários do regime iraniano em um único minuto”. A declaração foi feita em vídeo gravado em Tel-Aviv, informou a CNN.
O The New York Times, citando fontes do governo, informou que a operação foi feita com base em informações precisas da CIA. A agência “vinha rastreando Khamenei havia meses, ganhando cada vez mais confiança sobre suas localizações e seus padrões, segundo pessoas familiarizadas com a operação”, disse o jornal. “Então a agência descobriu que uma reunião de altos funcionários iranianos aconteceria na manhã de sábado (28) em um complexo de liderança no coração de Teerã. O mais importante: a CIA soube que o líder supremo estaria no local”.
Israel, ao relatar a morte do ditador Khamenei, também mencionou informações precisas do serviço de inteligência militar.

Ofensiva de Israel e EUA contra o Irã
Defrin explicou que a ofensiva, denominada Operação Rugido do Leão, chegou ao segundo dia com o objetivo de atacar o regime iraniano e neutralizar ameaças consideradas existenciais ao país. Nas últimas 24 horas, Israel teria realizado bombardeios contra centros de comando, sistemas de defesa aérea e depósitos de mísseis iranianos.
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O porta-voz avaliou os resultados até agora como expressivos e afirmou que outros objetivos ainda serão atingidos. “Alcançamos sucessos significativos, e muitos outros alvos ainda estão por vir”, declarou Effie Defrin.
Até o momento, não houve confirmação independente sobre as mortes relatadas por Israel, e o governo iraniano ainda não se manifestou oficialmente a respeito das alegações.
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