Israel está em alerta máximo diante da possibilidade de uma ofensiva militar dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã. Todas as agências de segurança, serviços de emergência e o Home Front Command entraram em prontidão total. O Gabinete de Segurança, que inicialmente se reuniria na quinta-feira, foi adiado para domingo 22.
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A ideia do adiamento é evitar que o Irã cometa algum erro de cálculo que possa desencadear um conflito prematuro. A medida, relata o portal Ynet, reflete a preocupação de que qualquer movimento precipitado por Teerã, com vistas a se antecipar a um ataque, possa intensificar tensões na região.
Autoridades norte-americanas revelam que o presidente Donald Trump está inclinado a lançar uma operação ampla em breve, depois de o Irã não atender às exigências das negociações recentes, em Genebra, na Suíça, na residência do embaixador de Omã.
Diplomatas citados pela Al-Jazeera afirmam que os EUA interpretam a postura iraniana como tentativa de ganhar tempo e enganar Washington e que a paciência norte-americana pode se esgotar mais rápido do que Teerã espera.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recebeu a informação de que Israel poderia sofrer ataques iranianos mesmo sem envolvimento direto de suas forças. O país, com isso, passou a reforçar seus planos defensivos.
Os EUA enviaram à região uma força significativa, descrita por Trump como uma “formidável armada”, capaz de sustentar uma campanha prolongada, e não apenas um ataque rápido. Apesar disso, o momento exato de uma ofensiva ainda depende do presidente norte-americano.
Em Israel, autoridades agora estimam que uma ação decisiva pode ocorrer em poucos dias, encurtando o cronograma anteriormente projetado de duas semanas ou cerca de um mês. Embora reuniões internacionais, o fim da Olimpíada de Inverno e o início do Ramadã possam influenciar o calendário, não está claro quanto peso Trump atribui a esses fatores.
Mesmo sem data definida, a preparação dos EUA revela que se trata de uma campanha prolongada, possivelmente visando a mudanças de regime. Entre os alvos estariam o aiatolá Ali Khamenei e unidades da Guarda Revolucionária responsáveis por massacres recentes. Washington espera também estimular protestos internos, desde que opositores iranianos acreditem que os EUA agirão em apoio a eles.
Fontes israelenses relataram à CNN que o país reforçou seu estado de alerta e ajustou planos operacionais diante de sinais de uma ofensiva conjunta iminente. Caso seja aprovada, a operação ultrapassaria o conflito de 12 dias anterior, ocorrido em junho de 2025, incluindo ataques coordenados entre EUA e Israel.
Israel, EUA e a necessidade de conter os mísseis do Irã
Isto porque, se não houver acordo, a preocupação de Israel não é apenas com a capacidade nuclear iraniana. Entre as exigências nas conversas, por imposição de Israel, os EUA colocaram a necessidade de o Irã interromper qualquer expansão de seu arsenal de longo alcance, com mísseis balísticos.
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Uma incursão norte-americana, portanto, seria mais longa do que a anterior, para alcançar todas as instalações iranianas. Mesmo com os ataques, muitas delas ainda mantêm uma base industrial e tecnológica capaz de conseguir uma rápida recuperação.
Nos últimos dias, a região que circunda o Irã recebeu caças, aviões-tanque, aeronaves de inteligência e comando, compondo uma força norte-americana de escala inédita. Essa mobilização sugere que não se trata apenas de pressão diplomática.
A ameaça em larga escala pode obrigar Teerã a ceder às exigências norte-americanas, embora o Khamenei continue respondendo com intimidações públicas, como ameaças a porta-aviões, atitude considerada em Israel como excessivamente arriscada.
A expectativa é que Israel possa enfrentar dois fronts adicionais: o grupo terrorista Hezbollah, no Líbano, e os houthis, também definidos como terroristas, no Iêmen, que se preparam para atacar com mísseis e drones. O Hezbollah também poderia romper o isolamento e se engajar no conflito.
Trump liquida esse merdas e resolve de uma vez
Já passou da hora de derrubar esta ditadura iraniana.