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Inteligência artificial ajuda cientistas a descobrir antibiótico

Medicamento é capaz matar superbactérias causadoras de infecções resistentes

Remédio - Antibiótico
Antibiótico tem potencial para combater superbactéria | Foto: Reprodução/Pexels/Karolina Grabowska

Cientistas dos Estados Unidos usaram como ferramenta a inteligência artificial (IA) e descobriram um antibiótico capaz de matar superbactérias causadoras de infecções resistentes a medicações. O estudo foi publicado na revista Nature Chemical Biology na quinta-feira 25.

A pesquisa é liderada por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos EUA e da Universidade Mc Master localizada no Canadá.

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A inteligência artificial foi usada para rastrear milhares de moléculas presentes em antibióticos com a intenção de encontrar uma que iria combater à superbactéria. Eles analisaram mais de 6,6 mil compostos que nunca tinham sido usados contra bactérias. A nova droga foi identificada e recebeu o nome de abaucina.

James Collins é professor de engenharia biológica do MIT, ele afirma que está animado porque a realização da pesquisa mostra que a IA pode ser usada para ajudar a combater vírus, bactérias e parasitas problemáticos.

Collins acredita que a tecnologia pode ajudar na busca de novos antibióticos. “Essa descoberta apoia ainda mais a premissa que a inteligência artificial pode acelerar e expandir significativamente uma nova busca por antibióticos”, afirma professor.

Inteligência artificial (IA)
Antibiótico
Inteligência artificial ajudou cientistas nas pesquisas | Foto: Reprodução/Pexels/Tara Winstead

Conheça a superbactéria que será combatida por antibiótico

Superbactéria
Superbactéria Acinetobacter baumannii | Foto: Reprodução/Redes sociais

A bactéria tem o nome de Acinetobacter baumannii, ela é encontrada em hospitais e tem como alvo pacientes hospitalizados mais vulneráveis. Elas são resistentes à antibióticos e podem sobreviver em superfícies secas em até um mês.

O microrganismo pode causar meningite, pneumonia entre outras infecções graves. É uma das principais causas de infecções em soldados machucados no Afeganistão e Iraque.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a bactéria como uma das mais perigosas do mundo à saúde humana.

Vídeo mostra a bactéria pelo telescópio:

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