O futuro esportivo de Imane Khelif permanece indefinido desde que exames genéticos de verificação de sexo se tornaram obrigatórios nas competições de boxe.
Medalhista de ouro nas Olimpíadas de Paris, Imane Khelif resolveu aposentar as luvas — pelo menos enquanto os testes para determinar o gênero dos competidores continuarem sendo exigidos.
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Nasser Yesfah, ex-empresário de Imane Khelif, confirmou a informação sobre a aposentadoria ao jornal francês Nice-Matin, nesta quarta-feira, 20.
“No momento, ela parou”, afirmou Yesfah. “Não voltou, não pratica mais boxe. Se decidir tornar-se profissional, fará o teste.”
Segundo o ex-empresário, Khelif tem mantido a rotina de treinos em academias na Argélia e, ocasionalmente, no Catar, mas limita suas atividades a treinamentos e compromissos com patrocinadores.
Testes genéticos afastaram Imane Khelif das competições
Desde a vitória polêmica sobre uma mulher nos Jogos de Paris, Khelif não voltou a disputar lutas oficiais.
Especialistas apontam a exigência dos testes genéticos, prevista nas regras atuais das entidades internacionais, como a principal razão de seu afastamento das competições.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que Khelif participasse do torneio olímpico com base em documentos e na autodeclaração contida em seu passaporte tunisiano.
Depois dos Jogos, havia previsão de que Khelif retornasse durante a Eindhoven Box Cup, em junho deste ano. No entanto, a participação foi cancelada de última hora, sem justificativa oficial divulgada.
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Não ficou claro se Khelif aceitou realizar o teste obrigatório, e o impasse alimentou novas discussões no meio esportivo.
A Federação Internacional de Boxe introduziu testes sexuais obrigatórios para determinar “a adequação de atletas masculinos e femininos que desejam participar de suas competições, para garantir a segurança de todos os participantes e fornecer condições competitivas iguais para homens e mulheres”.
De acordo com o Nice-Matin, Khelif se afastou não só da cidade de Nice, mas também provisoriamente dos ringues.
Desde que conquistou o ouro olímpico, Khelif optou por voltar para casa e segue fora das competições, enquanto o debate sobre sua situação persiste entre atletas e dirigentes.
Leia também: “A feminista que virou alvo do movimento trans”, artigo de Edilson Salgueiro publicado na Edição 283 da Revista Oeste









































Queria ver esse baitolona “esquerdistes” lutar com um homem, igual ele é, e tomar uma surra.. Covardão, acha que bater em mulher de verdade é bem mais fácil…
É homem! Jamais poderia ter lutado na categoria feminino.
Desproporcional, é inadmissível está força bruta com características masculinas lutar contra esportistas femininas. Está atrocidade Woke, já superou sua insanidade.