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Igreja da Escócia permite casamento gay

Assembleia também retirou as palavras 'marido' e 'esposa'

casamento gay
Reunião da assembleia que permitiu o casamento gay na Igreja da Escócia - 23/05/2022 | Foto: Reprodução/YouTube

O casamento gay foi permitido na Igreja da Escócia. Na semana passada, a maioria dos membros da Assembleia-Geral em Edimburgo deu sinal verde à medida. O placar final registrou 274 votos a favor e 136 contra.

“A igreja está empenhada em garantir que os debates sobre esse assunto sejam realizados com espírito de humildade e graça, o tom e o teor das discussões sejam civis e as pessoas respeitem aqueles que têm opiniões opostas”, disse Iain Greenshields, reverendo e moderador da assembleia, em entrevista à BBC.

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Integrante da assembleia, o reverendo Scott Rennie foi um dos articuladores da permissão ao casamento gay na Igreja da Escócia. Rennie se tornou o primeiro clérigo declarado homossexual, em 2009.

A assembleia também retirou as palavras “marido” e “esposa” da Lei de Reconhecimento de Serviços de Casamento, de 1977. Agora, a legislação determina que “a solenização do casamento será realizada por um ministro ou diácono ordenado em uma cerimônia religiosa em que, diante de Deus, e na presença do ministro ou diácono e de ao menos duas testemunhas competentes, as partes se comprometem a tomar um ao outro em casamento enquanto ambos viverem, e o ministro ou diácono declara que as partes estão casadas”.

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Reação contra o casamento gay

O Covenant Fellowship Scotland, um think tank de evangélicos da Igreja da Escócia, considerou “erro sério” a decisão. “A Assembleia-Geral da Igreja da Escócia, ao converter uma abertura que permite que ministros e diáconos oficiem casamentos do mesmo sexo em um Ato da Igreja, agiu de uma maneira que é antibíblica e pecaminosa”, informou.

“Todos nós temos um profundo cuidado pastoral e preocupação por aqueles que desejam entrar em casamentos do mesmo sexo, e entendemos o impulso pastoral de ministros e diáconos que desejam ajudar as pessoas nos momentos-chave da vida”, acrescentou o think tank.

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7 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Uma coisa que sempre me intrigou nesses relacionamentos, me baseando no que escreveram no lide: “…retirou as palavras marido e esposa”: Se fulano é namorado de cicrano, e cicrano é namorado de fulano, como é que fica isso nas intimidades do lar? Namorades?

  2. Romeu Gonçalves
    Romeu Gonçalves

    Lá é fácil impor a ideologia, pois eles já usam saiote.

  3. Luiz Carlos De Almeida
    Luiz Carlos De Almeida

    Já usavam saias há muito tempo mesmo, não ia demorar.

  4. Marcelino Teodoro de Assiz
    Marcelino Teodoro de Assiz

    A Institucionalização do pecado! Chegará o dia em que ser heterosexual será considerado crime.

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