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Houthis atacam e causam incêndio em navio petroleiro britânico

Terroristas do Iêmen justificaram ofensiva como resposta à agressão dos EUA e Reino Unido

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Os houthis atacaram e incendiaram um navio petroleiro britânico no Golfo de Áden | Foto: Reprodução/Twitter/X

Os terroristas houthis anunciaram que suas forças navais atacaram e incendiaram nesta sexta-feira, 26, o navio petroleiro britânico Marlin Luana, no Golfo de Áden, entre a Somália, na África, e o Iêmen.

Segundo o porta-voz militar do grupo, Yahya Sarea, “o ataque foi direto”.

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Depois da ofensiva, a multinacional de comércio de commodities Trafigura informou que o navio estava operando em nome da companhia. Em nota, companhia declarou que equipamentos para controlar o incêndio foram utilizados para conter o fogo.

A empresa, que tem escritórios no Reino Unido, disse que está monitorando a situação e que navios militares se dirigiram ao local para prestar assistência.

+ Veja: EUA e Reino Unido lançam bombardeio contra houthis no Iêmen

Um destroyer dos EUA, o USS Carney, está entre os navios que respondem ao pedido de socorro, segundo uma autoridade norte-americana.

Um míssil balístico disparado pelos houthis em direção ao destroyer foi abatido nesta sexta-feira, 26, de acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês).

Houthis rechaçam ofensivas dos EUA e Reino Unido

Em comunicado, os houthis afirmaram que atacaram o petroleiro britânico em resposta à “agressão americano-britânica contra o nosso país [Iêmen]” e em apoio ao povo palestino.

O governo britânico ainda não se manifestou sobre a ofensiva.

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Os houthis afirmaram que atacaram o navio petroleiro britânico em resposta a ofensivas dos EUA e Reino Unido no Iêmen | Foto: Reprodução/Twitter/X

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Desde novembro, os houthis, que são financiados pelo Irã, realizam ataques contra navios que passam pelo Mar Vermelho em protesto à guerra de Israel contra o Hamas, um de seus aliados, na Faixa de Gaza.

O grupo prometeu continuar as ofensivas até que Israel interrompa os conflitos na Faixa de Gaza.

Os terroristas alertaram que atacariam navios de guerra dos EUA se o próprio grupo fosse alvo.

+ Leia também: Marinha dos EUA intercepta mísseis houthis durante escolta de navios no Mar Vermelho

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2 comentários
  1. Francisco de Assis
    Francisco de Assis

    Já passou da hora dessa junta militar entre EUA e Grã-Bretanha varerdo mapa esse grupo terrorista hotéis. Quanto mais tempo for dado há esses homens da caverna, vai mostrando para outros grupos terroristas fraqueza da junta militar.

  2. Daniel BG
    Daniel BG

    Apenas o sentimento de impotência ao olhar para nossas forças armadas e saber que dali não sairia nenhuma iniciativa para combater o terrorismo e a corrupção.

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