Em meio ao impasse em Gaza, o comandante militar do Hamas, Izz al-Din al-Haddad, informou nesta quinta-feira, 2, aos mediadores que o grupo terrorista não aceita o cessar-fogo sugerido pelos Estados Unidos.
Segundo ele, a proposta visa a eliminar o Hamas, independentemente de sua resposta. As informações são da BBC.
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Na última segunda-feira 29, Donald Trump, presidente dos EUA, detalhou um plano com 20 pontos para tentar pôr fim ao conflito, alegando que Israel já concordou com as diretrizes.
Entre as exigências do documento, estão o desarmamento total do Hamas e o impedimento de sua participação no futuro governo de Gaza.
Dificuldades nas negociações e resistência do Hamas
Apesar de a liderança política do Hamas, sediada no Qatar, mostrar disposição para negociar possíveis ajustes no acordo, sua influência é limitada, pois não controla diretamente os reféns mantidos em Gaza.
Um dos maiores obstáculos para a aceitação do plano por parte de membros do Hamas é a cláusula que obriga a libertação de todos os reféns nas primeiras 72 horas do cessar-fogo, o que acabaria com seu principal instrumento de pressão nas negociações.
Dos 48 sequestrados ainda detidos, estima-se que apenas 20 estejam vivos.
A confiança no plano norte-americano é baixa entre os integrantes do Hamas, especialmente depois de Israel ter atacado lideranças do grupo em Doha no mês passado, contrariando orientações dos EUA.
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Pontos centrais do plano dos EUA
O documento prevê ainda o envio de uma Força Internacional de Estabilização temporária em Gaza, composta der militares dos EUA e de países árabes, o que, para o Hamas, representa uma nova forma de ocupação do território.
A proposta norte-americana também detalha um cronograma para a retirada gradual das tropas israelenses e a criação de uma zona de segurança nas fronteiras com o Egito e Israel, mas a administração dessa área permanece indefinida.
Inicialmente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acatou o plano na segunda-feira 29, mas depois recuou em certos pontos.
Leia também: “Um presente para o Hamas”, coluna de Carlo Cauti, publicada na Edição 289 da Revista Oeste
Em vídeo no X, Netanyahu afirmou que o Exército pode permanecer em partes de Gaza e que Israel “resistiria à força” a um Estado palestino.
Essas afirmações entram em conflito com as condições do acordo proposto pelos EUA, que exigem a retirada total das tropas israelenses, salvo uma presença de perímetro de segurança até que Gaza esteja livre de ameaças terroristas.
O plano dos EUA também sugere um “caminho credível para a autodeterminação e a soberania palestina”. O Hamas, porém, já afirmou que só abrirá mão das armas se houver a criação de um Estado palestino soberano.









































Não se negocia com o Terror. .
Até na revolução francesa os membros do Terror foram aniquilados…
Que ótima notícia, pois agora serão exterminados de verdade.
Com o Irã por traz , não poderia ser diferente !
Optaram pela extinção…
Que não falte pólvora pra ISRAEL 🇮🇱🙏🏻 infelizmente os servos do 👿 ñ querem uma solução pacífica, eles querem guerra. Ñ se negocia com terroristas, em frente Israel, enfrente!
Não é só Israel, Trump deixou bem claro que se o acordo não fosse aceito os EUA atuariam junto com Israel para exterminar o Hammas e outros. Mas creio que se não acabar com os financiadores do terrorismo não irá mudar muito ou seja Soros, Gates, Fundação Ford os ultrapassados aiatolás iranianos e alguns mais..