Nesta terça-feira, 24, o grupo terrorista Hamas elogiou a iniciativa de quase 20 países contra as ações recentes de Israel para ampliar o domínio sobre a Cisjordânia. Os terroristas também pedem a aplicação de sanções punitivas contra Tel Aviv.
A iniciativa israelense, adotada no início deste mês, pretende reforçar o controle sobre territórios ocupados desde 1967, incluindo áreas administradas pela chamada Autoridade Palestina conforme os Acordos de Oslo, estabelecidos nos anos 1990.
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Nesta segunda-feira 23, nações como Brasil, Arábia Saudita, França e Espanha classificaram as medidas como parte de uma estratégia clara para alterar a situação no terreno e avançar com uma anexação considerada inaceitável.
Segundo os signatários da nota, as ações representam um ataque direto à viabilidade de um Estado palestino e ao avanço da solução de dois Estados. O grupo também exigiu que Israel reverta imediatamente as decisões e respeite acordos internacionais.
O Hamas descreveu a manifestação internacional como positiva diante dos planos de expansão israelenses, que, segundo os terroristas, violam normas do direito internacional e resoluções da ONU, conforme destacou em comunicado divulgado à imprensa.
Governo brasileiro assinou nota elogiada pelo Hamas
Em nota conjunta com outras nações e organizações islâmicas, o Brasil condenou, “nos termos mais veementes”, as recentes decisões de Israel relacionadas à anexação de áreas na Cisjordânia.
O documento é assinado sobretudo por países islâmicos da região e por nações governadas pela esquerda, que se posicionam de forma contrária a qualquer iniciativa do governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Para o grupo, as medidas adotadas por Israel na região “introduzem ampliações abrangentes do controle israelense ilegal sobre a Cisjordânia”.
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Segundo o documento, “as mudanças são de amplo alcance, reclassificando terras palestinas como supostas ‘terras estatais’ israelenses, acelerando a atividade ilegal de assentamentos e aprofundando ainda mais a administração israelense”.
Na avaliação do grupo, os assentamentos israelenses na Cisjordânia violam o Direito Internacional, assim como as decisões que os legitimam.
“Essas decisões mais recentes fazem parte de uma trajetória evidente que visa alterar a realidade no terreno e promover uma anexação de facto inaceitável”, afirma a nota.
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Tem de deixar cl para o povo de Israel que essa mula velha que o STF colocou na presidência não representa a grande maioria do povo brasileiro e que tudo qque ela faz ou fala em nome do Brasil não tem valor nenhum para os brasileiros