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Hamas matou e raptou pessoas de 41 nações em Israel

País atacado convida o mundo para lutar contra os terroristas

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Hamas assassinou 158 estrangeiros que estavam em Israel | Foto: Reprodução/YouTube/The Economist

O grupo terrorista Hamas matou e raptou pessoas de ao menos 41 nações no ataque que orquestrou em Israel em 7 de outubro.

A informação foi divulgada pelo perfil do próprio país no Twitter/X. Até o domingo, 15, o número de estrangeiros mortos confirmados era de 158. Outros 103 continuam desaparecidos. “Esta não é apenas a nossa luta contra o Hamas”, disse Israel. “É a luta do mundo.”

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São vítimas da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Belarus, Brasil, Canadá, Cazaquistão, Chile, China, Colômbia, Eritreia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Filipinas, Hungria, Índia, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Moldávia, Nepal, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, Sri Lanka, Sudão, Tailândia, Turquia, Ucrânia e Uzbequistão.

Hamas matou 1,3 mil pessoas em Israel

netanyahu hamas
Netanyahu diz que Israel não queria entrar em guerra | Foto: Reprodução/YouTube/IsraeliPM

Ao todo, o grupo terrorista Hamas matou 1,3 mil pessoas em Israel. Em um só kibutz, o Kfar Aza, os terroristas mataram 40 bebês nas frentes de seus pais — muitos deles foram decapitados.

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Os repórteres que foram até o local mencionaram o “cheiro de morte” no ar, de acordo com o jornal israelense The Times of Israel.

“Não é uma guerra”, disse Itai Veruv, general e chefe do Comando de Profundidade das Forças de Defesa de Israel, aos repórteres. “Não é um campo de batalha. Vemos os bebês, as mães, os pais nos seus quartos, nas suas salas de proteção, e como os terroristas os matam. Não é uma guerra… é um massacre.”

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamou os terroristas do Hamas de “selvagens” e disse que continuará a defender a nação israelense de seus ataques. Ele também disse que o país entrou em guerra contra a sua vontade.

“Israel está em guerra”, disse o primeiro-ministro. “Não queríamos esta guerra, que nos foi imposta da forma mais brutal e selvagem. Mas embora Israel não tenha começado esta guerra, Israel irá terminá-la.”

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