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'Hamas deve se desarmar imediatamente', diz Marco Rubio

O secretário de Estado dos EUA também afirmou que o plano de paz de Trump é a única alternativa viável para o conflito em Gaza

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, participa de um evento no Departamento de Estado dos EUA em Washington, D.C., EUA (16/7/2025) | Foto: Reuters/Umit Bektas/Foto de arquivo
O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, participa de um evento no Departamento de Estado dos EUA em Washington, D.C., EUA (16/7/2025) | Foto: Reuters/Umit Bektas/Foto de arquivo

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta sexta-feira, 24, em Israel, que o plano de paz proposto pelo presidente Donald Trump para Gaza é a única alternativa viável ao conflito. Ele ressaltou que a anexação da Cisjordânia por Israel ameaça o processo de paz.

Segundo Rubio, Israel já cumpriu os compromissos iniciais depois do cessar-fogo de 10 de outubro e agora deve aprovar a composição da força internacional que atuará em Gaza. Ele também disse que o Hamas deve entregar os corpos dos reféns mortos e se desarmar. A Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) foi excluída da operação por ser, segundo o secretário, “um braço do grupo terrorista”.

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Rubio afirmou que o Hamas está fora do futuro governo de Gaza e que todos os países envolvidos concordam com isso. “Não existe plano B”, disse. “Este é o único plano.” Ele defendeu a desmilitarização do território como condição para avançar nas próximas etapas.

Plano de paz em Gaza ainda enfrenta desafios, diz Marco Rubio

Tanques israelenses posicionados no lado israelense da fronteira com Gaza, em 1º de setembro de 2025 | Foto: Reuters/Amir Cohen/Foto de arquivo

O secretário destacou que o objetivo é permitir que os moradores vivam sem a ameaça do Hamas e que o fim da guerra pode fortalecer os Acordos de Abraão, que normalizaram relações entre Israel e países árabes.

Rubio também criticou uma votação no Knesset sobre anexação da Cisjordânia, classificando-a como “ameaça ao processo de paz”. Ele confirmou que Israel precisa aprovar os países que integrarão a Força Internacional de Estabilização — a Turquia, aliada do Hamas, não deve participar.

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Ele também ressaltou que o plano, firmado em cúpula com Trump no Egito e apoiado por países como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Jordânia, ainda enfrenta desafios, mas tem avançado com a criação do centro de coordenação civil-militar em Kiryat Gat. Ele afirmou que a prioridade é garantir o cessar-fogo e a entrega segura de ajuda humanitária, enquanto se prepara a entrada da Força de Estabilização em Gaza.

Por fim, o secretário informou que os restos mortais de 13 reféns mortos serão devolvidos e que a implementação do plano seguirá sob supervisão do Centro EUA–Israel em Kiryat Gat. Segundo ele, “Israel cumpriu sua parte; agora, a continuidade depende da desmilitarização de Gaza”.

Leia também: “O triunfo de Trump na diplomacia do Oriente Médio”, artigo de Ana Paula Henkel na Edição 292 da Revista Oeste

2 comentários
  1. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

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  2. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Precisamos de governantes Democratas, justos, fortes, competentes, para lutar contra os homens do mal, da tirania, dos abusos contra os direitos humanos no mundo.

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