O presidente da Assembleia Nacional acusou a ditadura de forjar a invasão para se beneficiar politicamente

O presidente da Assembleia Nacional e principal opositor de Nicolás Maduro, Juan Guaidó, acusou o regime de forjar um plano de invasão para poder gerar propaganda e se fazer de vítima diante da comunidade internacional.
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“A operação não tinha, nem operativamente nem militarmente, nenhuma possibilidade de dar certo. É uma montagem da ditadura para gerar propaganda, vitimização internacional e aumentar a perseguição interna. Enganaram uma certa quantidade de tenentes para cometer um massacre. Esse é o nível de sadismo do regime, infiltrar-se e massacrar”, afirmou Guaidó em uma entrevista, de acordo com o jornal venezuelano El Nacional.
Guaidó, que é reconhecido como presidente interino por mais de 50 países, inclusive o Brasil, pediu uma investigação sobre a operação que deixou oito mortos em 3 de maio.
“O ocorrido é um aparato claro de propaganda da ditadura. Isso não foi uma invasão, e todo o planeta sabe disso. Falaram de mercenários, quando todos eram militares venezuelanos exilados”, disse.





































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