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Greve geral na França para transportes e outros serviços

Paralisação foi decidida no domingo, depois de protesto que levou milhares de pessoas às ruas

França greve
Manifestação nesta terça-feira, 18, em Marseille, no sul da França | Foto: Reprodução/YouTube

Para protestar contra a inflação crescente no país e pedir aumento salarial, profissionais de educação, energia, saúde, transporte e coleta de lixo estão participando de uma greve geral na França, nesta terça-feira, 18. Com isso, o tráfego de trens regionais no país foi reduzido pela metade nesta terça-feira. Também não há aulas em muitas escolas, falta combustível e muitos serviços públicos estão suspensos, segundo a Agência Reuters.

A greve desta terça-feira foi convocada no domingo 16, quando milhares de pessoas saíram às ruas de Paris para protestar, depois de semanas de greves por salários mais altos, especialmente nas refinarias de petróleo.

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Os protestos ocorrem enquanto o governo deve aprovar o Orçamento de 2023 usando poderes constitucionais especiais que permitiriam contornar uma votação no Parlamento, disse a primeira-ministra francesa, Elisabeth Borne, no domingo 16.

Quatro sindicatos fazem parte da organização dos protestos, que também têm como pauta proteger o direito à greve, depois que o governo de Emmanuel Macron ordenou a requisição de alguns trabalhadores das refinarias de petróleo. Para os sindicalistas, a ordem é “uma violação de seus direitos constitucionais”.

Algumas regiões, como Lyon, já começam a ser afetadas. No domingo, quase 40% dos postos de gasolina não tinham combustível. Em outros lugares, quase um terço dos postos de gasolina ficaram sem pelo menos um combustível, com a situação prevista para piorar nesta semana, de acordo com a primeira-ministra, Elisabeth Borne.

Muitas postagens nas redes sociais falam sobre a falta de combustível. Nesta postagem no Twitter, o autor diz que “os efeitos já eram visíveis no centro parisiense Gare de Lyon na terça-feira, com os subúrbios lotados”.

https://twitter.com/FrancePol_b/status/1582326938160730113

Na segunda-feira 17, Macron declarou o desejo de solucionar “o mais rápido possível” os protestos.

O ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, disse que as greves eram “inaceitáveis ​​e ilegítimas”, porque os acordos salariais foram cumpridos com a maioria dos trabalhadores. “O tempo para as negociações já passou”, disse.

O ministro dos Transportes, Clement Beaune, disse à France Inter que a única saída para a crise é o fim das greves.

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11 comentários
  1. marcos bassani rech
    marcos bassani rech

    quem tem Paulo Guedes tirando leite de pedra pra reduzir impostos e resolver o problema como um economista de verdade tá tranquilo e favoravel…quem não tem senta e chora….cada povo tem o governo que merece…não adianta aumentar salários. O governo tem que cortar na carne e nas políticas ambientalistas bestiais. Acho que nessas horas tem muito frances que deixou de ter nojinho estético do JMB. Aiiimmmmmmmm…..a economia a gente vê depois…o ócio de uma população levará esta população à ruína.

  2. Otacílio Cordeiro Da Silva
    Otacílio Cordeiro Da Silva

    Já que a moda hoje em dia é inventar narrativas, eu também quero inventar uma. Penso que o que está levando a França para o buraco são as idéias estapafúrdias de um monte (dezenas) de filósofos esquerdistas franceses que tanto encheram o saco durante todo o século XX, moldando para pior a mentalidade de um povo culto e próspero. No Brasil, bastou as ações de um único filósofo de direita para mudar a realidade de uma nação para melhor. Deu um chega pra lá em um povo distraído, que vivia conformado pensando que a coisa era assim mesmo, que nada tinha jeito não. Sei que no momento estamos no fio da navalha, mas se tudo der certo no dia 30, faremos a diplomação de suas idéias, mesmo sabendo que ele desprezava diplomas. Viva o Brasil, Viva o professor Olavo!

    1. marcos bassani rech
      marcos bassani rech

      kkkkkkkkk……vivam mesmo o socialismo e o marxismo franceses fazedores de biquinho…kkkkk….quando JMB foi eleito em 2018, o macron subiu nas tamanca….tentou desmoralizar o BR internacionalmente…Massssssss o mundo da voltas…Macron se mostrou ser o que é…Mais um líder fraco, marionete de um sistema podre que vai levar a população da europa tradicional a fazer como os haitianos já fizeram em situações de escassez e pobreza…O Braga Neto deveria discursar à toda a nação sobre o exemplo do Haiti (colônia francesa) que foi com paus e pedras pra cima de seu governo local devido as condições do país.

  3. JOSE LOPES TABATINGA
    JOSE LOPES TABATINGA

    Emmanuel Macron tem agora um problemão.
    Vai por algum tempo deixar de encher o nosso saco com ataques à Amazônia, que é um disfarce para combater o nosso agronegócio.

  4. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Se começar a faltar o abastecimento de água, não será um problema insuperável já que esses franceses não gostam de tomar banho mesmo. Fedem que nem gambás.

  5. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Lacrom deveria voltar sua preocupação para os problemas de seu país, e parar de publicar mentiras sobre o nosso, França é hoje o país mais esquerda caviar do mundo, onde o ladrão esteve recentemente e, com certeza nada de bom aprendeu com esse francês mauricinho.

  6. Claudio Santos
    Claudio Santos

    Micronzito, dê bola pra essa greve não, o importante mesmo é a Atlântida, digo, Amazônia do Brasil.

  7. Olga Regina Hadel
    Olga Regina Hadel

    Votaram no mesmo pra ficar pior. Esperavam o que ?

  8. Finlab
    Finlab

    Perguntamos aos candidatos ao governo de São Paulo como acabar com a Cracolândia, reduto de viciados no centro da capital paulista. Veja o que eles responderam:

    *Fernando Haddad (PT):* Essa população de viciados não pode ficar na rua, vamos alugar apartamentos para eles morarem no centro de São Paulo e lhes dar algum dinheiro para comprarem comida.

    *Tarcísio de Freitas (Republicanos):* É necessario promover o acolhimento para reinserção social, com desintoxicação, capacitação, geração de trabalho e renda. Melhorar as condições das comunidades terapêuticas, com proximidade à natureza. Criar “portas de saída” como programas de inserção de pessoas em situação de rua, ex-dependentes e egressos do sistema prisional no mercado de trabalho formal, principalmente em empresas parceiras e em obras contratadas e/ou concedidas pelo Estado.

    https://revistaoeste.com/politica/eleicoes-2022/cracolandia-o-que-dizem-os-programas-dos-candidatos-ao-governo-de-sp/

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