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Greta Thunberg vai a Londres para responder a processo por perturbação da ordem pública

A militante de esquerda foi presa em outubro de 2023, por manifestação contra empresas de hidrocarbonetos

Greta Thunberg | Ao ser presa, a ativista declarou ser inocente | Foto: Reprodução/Instagram/gretathunberg
Ao ser presa, a ativista declarou ser inocente | Foto: Reprodução/Instagram/gretathunberg

A militante de esquerda Greta Thunberg, de 21 anos, compareceu ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, nesta quinta-feira, 1º. Ela responde a um processo por perturbação da ordem pública.

Leia mais: “Greta Thunberg ignora Israel, faz postagem em defesa da Palestina e acaba alvo de críticas

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Em 17 de outubro de 2023, Greta participou de uma manifestação contra empresas de hidrocarbonetos, com o apoio de líderes das principais empresas de petróleo e gás. No ato, foi presa por desobedecer a uma ordem policial para não bloquear a rua. A ativista declarou ser inocente.

O protesto era contra o Fórum de Inteligência Energética, em frente a um hotel em Mayfair, bairro nobre de Londres, segundo a agência Reuters.

Greta e outros quatro cidadãos podem receber uma multa de até £ 2, 5 mil (cerca de R$ 15,7 mil). O julgamento atual deve durar dois dias.

Greta Thunberg acusa políticos de lobby

Os policiais detiveram um total de 26 pessoas, incluindo Greta, na manifestação de 17 de outubro. Todas estão sob processo. A ativista acusa políticos de fazerem “pactos com lobistas” no “destrutivo” setor dos combustíveis fósseis.

Leia também: “Tribunal condena Greta Thunberg”

No primeiro encontro, os ativistas do Greenpeace e da Fossil Free London receberam os cinco ambientalistas. Todos eram organizadores da manifestação de outubro, com cartazes que diziam: “Façam aqueles que poluem pagarem”.

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Segundo o promotor do caso, Luke Staton, a ordem foi legal. Isso porque os policiais acreditavam que o protesto “poderia resultar em sérias perturbações na vida da comunidade”. As autoridades disseram que Greta precisava sair ou iria para a prisão.

Conforme o promotor, a ativista respondeu que não deixaria o local. Os policiais a soltaram no dia seguinte.

Leia também: “Greta e a guerra ecológica contra a classe trabalhadora”, artigo de Brendan O’Neill, da Spiked, publicado na Edição 172 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. RODRIGO DE SOUZA COSTA
    RODRIGO DE SOUZA COSTA

    Ela perturba a ordem mundial, deveria ser julgada em Haia. Mas isso, o padrinho dela, agiota internacional, não deixa.

  2. Christian
    Christian

    Eles tem a Greta e nós a Gleise.
    Não sei qual é a pior, mas as duas não prestam.

  3. Judson Franchi
    Judson Franchi

    Espero que essa aí retorne para casa daqui há vários dias.
    Vários dias de 29 de fevereiro.

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