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França prende mais 5 envolvidos no roubo ao Louvre

As joias, avaliadas em US$ 102 milhões, continuam desaparecidas, mas as autoridades acreditam que as recentes prisões podem ajudar a localizar os itens

O Louvre abriga mais de 33 mil obras de todas as épocas, incluindo antiguidades do Egito, Mesopotâmia e mundo clássico | Foto: Divulgação/Museu do Louvre
O Louvre abriga mais de 33 mil obras de todas as épocas, incluindo antiguidades do Egito, Mesopotâmia e mundo clássico | Foto: Divulgação/Museu do Louvre

Novos desdobramentos sobre o roubo de joias da Coroa da França no Museu do Louvre ganharam destaque depois de mais cinco pessoas serem detidas em Paris, informou nesta quinta-feira, 30, a procuradora Laure Beccuau. As joias, avaliadas em US$ 102 milhões, continuam desaparecidas, mas as autoridades acreditam que as recentes prisões podem ajudar a localizar os itens.

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Segundo Beccuau, uma das pessoas presas foi identificada a partir de vestígios de DNA deixados na Galeria Apollo, local do crime. As detenções ocorreram em diferentes regiões da capital durante operações organizadas na noite desta quarta-feira, 29. As investigações seguem em ritmo acelerado diante dos novos fatos.

Prisão de suspeitos e andamento das investigações na França

Antes dessas prisões, dois outros suspeitos já haviam sido detidos no fim de semana. Eles confessaram parcialmente participação no roubo, sendo que um dos homens foi interceptado enquanto tentava sair do país. “Naquele momento, obviamente tivemos que acelerar as operações de prisão”, afirmou Beccuau à rádio RTL.

A procuradora ressaltou que, embora as joias continuem desaparecidas, há expectativa de que os depoimentos dos presos possam esclarecer detalhes sobre o caso. O crime evidenciou falhas de segurança no Louvre, considerado o museu mais visitado do mundo, e provocou críticas sobre a vulnerabilidade do local.

Possível rede criminosa e críticas à segurança

De acordo com Beccuau, quatro pessoas participaram diretamente do roubo, porém as investigações não descartam a existência de uma rede maior por trás do crime. Ela mencionou a possibilidade de envolvimento de um mandante, responsável por planejar e orquestrar a ação criminosa.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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