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Filho de Donald Trump diz que Google omite acesso a informações do atentado

Preenchimento automático da plataforma não oferece o nome do ex-presidente dos EUA em pesquisa da tentativa de assassinato

Donald Trump Jr., filho do ex-presidente dos Estados Unidos
Donald Trump Jr., filho do ex-presidente dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Instagram

Donald Trump Jr. acusou o Google de esconder informações sobre o atentado contra seu pai, o candidato à Presidência e ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump, em publicação no X/Twitter, neste domingo, 28.

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Embora as notícias do caso estejam disponíveis na plataforma, a ferramenta de preenchimento automático não sugere o nome de Trump quando usuários pesquisam “tentativa de assassinato contra”.

Ao digitar a frase descrita acima, o Google mostra nomes como Adolf Hitler, Ronald Reagan, Fidel Castro e Bob Marley, mas não Trump. Já ao colocar a letra T, aparecem sugestões como [Harry] Truman, Teddy Roosevelt e Tucker Carlson.

Leia também: “Tiros na democracia”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 226 da Revista Oeste

Foto de Atentado contra Trump, no Google
Barra de pesquisa do Google ao digitar ‘atentado contra T’ | Foto: Reprodução/Google.com
Tentativa de assassinato contra Trump, no Google
Barra de pesquisa do Google ao digitar ‘Tentativa de assassinato contra’ | Foto: Reprodução/Google.com

“A big tech está tentando interferir novamente nas eleições para ajudar Kamala Harris”, escreveu Trump Jr. “Todos sabemos de que se trata de uma interferência eleitoral intencional do Google. Verdadeiramente desprezível.”

Reações ao post de Trump Jr e defesa do Google

Imagem da fachada de um escritório da Google
Um porta-voz afirmou que a empresa tem sistemas de proteção contra previsões associadas à violência política | Foto: Reprodução/Google

O procurador-geral do Missouri, Andrew Bailey, comentou sobre a situação com “On it” (“trabalhando nisso”, em tradução). Nesse sentido, a abertura de uma ação legal está nas atribuições do procurador.

Ao jornal norte-americano The Post, um porta-voz do Google informou que a empresa não realizou nenhuma ação manual para que isto ocorra. Ele ainda disse que a plataforma tem sistemas de proteção contra previsões de preenchimento automático “associadas à violência política”.

Leia mais: “O transtorno mental da imprensa”, artigo de J. R. Guzzo publicado na Edição 226 da Revista Oeste

“Estamos trabalhando em melhorias para garantir que nossos sistemas estejam mais atualizados”, afirmou o porta-voz, ao jornal. “Claro, o ‘autocompletar’ é apenas uma ferramenta para ajudar as pessoas a economizar tempo, mas elas ainda podem pesquisar o que quiserem. Depois desse ato terrível, as pessoas recorreram ao Google para encontrar informações de alta qualidade — nós as conectamos com resultados úteis e continuaremos a fazer isso.”

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