A Ferrari segue como a equipe mais valiosa da Fórmula 1 em 2025. A Sportico avaliou a escuderia em US$ 6,4 bilhões e revelou que as dez equipes do grid somam mais de US$ 34 bilhões em valor de mercado. A Mercedes aparece em segundo lugar, com US$ 5,88 bilhões, seguida pela McLaren, avaliada em US$ 4,73 bilhões.
O valor médio das equipes chegou a US$ 3,42 bilhões em 2025, alta de 48% em relação a 2024. Esse montante supera a média de US$ 2,82 bilhões da Major League Baseball e fica atrás apenas da NFL e da NBA entre as principais ligas globais de esportes.
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A Sportico informou que “as dez equipes dividiram um total de US$ 1,27 bilhão em prêmios em 2024, um aumento em relação ao US$ 1,22 bilhão do ano anterior”. Segundo a publicação, a distribuição considera a posição no campeonato de construtores, a receita anual da F1 e bônus específicos. “A Ferrari recebe um bônus adicional que chega a dezenas de milhões de dólares devido à sua posição histórica no esporte.”
Crescimento da receita impulsiona valor da Ferrari
A valorização ocorre em meio ao aumento global de audiência, à expansão comercial da categoria e ao avanço dos acordos de mídia e patrocínio desde a compra da F1 pela Liberty Media, em 2017. Juntas, as equipes geraram US$ 4,5 bilhões em receita no último ano.
A Mercedes liderou, com US$ 812 milhões, enquanto a Haas registrou US$ 209 milhões. Cerca de 70% das equipes tiveram lucro antes de juros e impostos, com a Mercedes a alcançar o maior lucro operacional: US$ 205 milhões.
A Haas, porém, segue como a equipe de menor valor, avaliada em US$ 1,68 bilhão, ainda acima do US$ 1,63 bilhão estimados para o Milwaukee Brewers, da MLB. Já a Williams voltou a ter patrocinador máster depois de cinco anos e ampliou investimentos em infraestrutura desde a compra pela Dorilton Capital, em 2020. Agora, vale US$ 2,14 bilhões, alta de 73% em um ano.
Calendário limitado eleva pressão no mercado
Segundo a Sportico, praticamente todas as equipes recebem propostas semanais para compra de participações minoritárias ou de controle. A Racing Bulls chegou a recusar oferta superior a US$ 2 bilhões. Entre os interessados, estão bilionários, fundos soberanos, montadoras e grandes conglomerados.
Negociações recentes, porém, incluem a compra da Force India, por Lawrence Stroll, em 2018, por US$ 135 milhões, e a aquisição da Williams pela Dorilton, por cerca de US$ 200 milhões, em 2020. A Audi concluiu neste ano a compra total da Kick Sauber.
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Por outro lado, a escassez também aparece no calendário. A F1 corre em 21 países, mas há mais cidades interessadas que vagas disponíveis. Com demanda em alta, a Liberty Media elevou as taxas para sediar corridas. Os múltiplos de receita cresceram depois do teto orçamentário de 2021, fixado em US$ 145 milhões por equipe.
Em agosto de 2025, a Ferrari tinha sido avaliada em US$ 4,8 bilhões. No segundo trimestre, a F1 registrou receita recorde de US$ 1,23 bilhão, alta de 41% sobre o ano anterior.







































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