“A Venezuela pode ser um segundo Vietnã para os Estados Unidos (EUA)”, afirmou o ex-presidente Evo Morales neste domingo, 28. Ele se referiu ao risco de que os EUA se envolvam em um conflito prolongado e desgastante na Venezuela, similar ao que ocorreu no Vietnã entre 1955 e 1975, quando o país se dividiu entre Norte comunista e Sul apoiado pelos EUA.
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Segundo o ex-presidente boliviano, de esquerda, a Venezuela não está sozinha. Ele citou a revolução bolivariana. “Estamos com Maduro”, disse, em seu programa dominical na rádio Kawsachun Coca. Morales ressaltou que defender o país sul-americano equivale a proteger a América Latina e o Caribe, a “pátria grande”, seus “recursos naturais” e sua “soberania”.
Morales, que presidiu a Bolívia entre 2006 e 2019, quando renunciou, voltou a sugerir que jovens voluntários de toda a América Latina possam ir “reforçar as milícias na Venezuela”, uma medida que já havia defendido anteriormente e que gerou críticas, especialmente da oposição.
O ex-presidente, relata o El Nuevo Herald, comentou também sobre a situação global: considerou que os EUA “estão a caminho de uma destruição do capitalismo”, já não são mais uma potência econômica e mantêm seu “poder militar” por meio da Organização Tratado do Atlântico Norte (Otan). A entidade na visão de Morales, “está em decomposição.”
Evo Morales elogia Petro, além da Venezuela
Do Movimento ao Socialismo (MAS), Morales elogiou ainda o presidente colombiano Gustavo Petro pela defesa da Palestina nas Nações Unidas e reafirmou sua “solidariedade” diante do anúncio de que os EUA vão retirar o visto de Petro.
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Washington alegou que o presidente colombiano teria incitado soldados norte-americanos “a desobedecer ordens e incitar à violência” durante uma manifestação pró-Palestina em Nova York. O governo colombiano classificou a revogação como uma medida que “atenta” contra a Carta das Nações Unidas e a liberdade de expressão.
Morales foi aliado de Hugo Chávez (morto em 2013) e mantém proximidade política com o ditador Nicolás Maduro. Durante seu mandato na Bolívia, o país se distanciou das políticas dos EUA, ao criticar a presença militar norte-americana na região e reafirmar i apoio à Venezuela e à integração latino-americana.






































Você precisa estudar a história,índio burro .
Se o povo venezuelano tivesse armas ,eles fariam revolução.
Porém a extrema esquerda,desarma primeiro no povo ,crias guardas nacionais,etc..
Como diz o ditado: cachorro não anda com gato!