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Europa inicia vacinação de crianças, mas países divergem

As nações do bloco europeu cobram mais dados sobre os efeitos das vacinas anticovid nesse público

Vacinação de crianças
Ilustração | Foto: CDC/Unsplash

A vacinação de crianças contra a covid-19 começa nesta quarta-feira, 15, em alguns países da União Europeia.

A liberação foi concedida pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) no final de novembro. A autorização é para administrar uma dose menor da vacina da Pfizer em crianças entre 5 e 11 anos.

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Nesta semana, os frascos pediátricos começaram a ser distribuídos no continente. No entanto, os países-membros do bloco estão divididos.

A Espanha vai seguir a EMA e começa hoje a imunizar o público dessa faixa etária.

Na França, a vacinação também terá início, porém apenas em crianças com problemas de saúde grave e sobrepeso.

A Bélgica vai aguardar a divulgação de mais orientações das autoridades nacionais. Pelo menos até janeiro, o país não irá imunizar as crianças.

A Dinamarca já havia iniciado a vacinação logo depois da autorização concedida pela EMA.

A Comissão Permanente de Vacinação da Alemanha informou que não poderia recomendar uma aplicação geral da vacina a essa faixa etária devido à escassez de dados disponíveis. O órgão recomendou apenas que crianças com condições preexistentes de saúde, ou que morem com pessoas nessa situação, sejam vacinadas.

Preocupação dos pais

Na Holanda, uma pesquisa representativa feita em 22 e 23 de novembro com cerca de 1,8 mil pais revelou que 42% não pretendem vacinar os filhos. Outros 30% disseram que irão imunizar as crianças.

Já na Itália, outra pesquisa publicada em 5 de dezembro, constatou que quase dois terços dos entrevistados apoiam a vacinação dessa faixa etária, mas o porcentual cai para 40% entre os pais com filhos de 5 a 12 anos de idade.

A falta de dados sobre os efeitos nas crianças foi o principal motivo para a hesitação.

Nos Estados Unidos, a vacinação segue lenta

A vacinação das crianças mais novas está lenta desde que começou, em novembro, nos Estados Unidos. Dos 28 milhões de crianças americanas elegíveis nessa faixa etária, cerca de 5 milhões receberam pelo menos uma dose até o momento.

Na semana passada, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças norte-americano informou não ter encontrado nenhum relato de efeito colateral entre as crianças de 5 a 11 anos de idade que haviam sido vacinadas.

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4 comentários
  1. Daniel Baptista
    Daniel Baptista

    Nos meus filhos, ninguém toca, seja no país que for. Antes disso derrubo a quantidade de incautos que o meu pente permitir…

  2. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Interessante é fazer pesquisa com quem não tem filhos nessas idades. Se perguntarem somente aos pais que tem filhos nessa idade vão ter uma surpresa. Não dá nem 30% de aprovação.

  3. Fabricio Alexopulos
    Fabricio Alexopulos

    Enquanto isso os aloprados brasileiros, principalmente esquerdistas, estão tarados para arrebentarem os organismos das nossas crianças com vacinas que sabe-se lá como agem. Sou a favor de vacinas, mas nunca vi vacina nenhuma do nosso SNI usar 3 doses em um intervalo de um ano. Por esses dias realizei um exame em uma colega de trabalho vacinada com 2 doses da Astrazeneca, que atestou doença ativa , com quadro evoluindo para forma moderada, já com indícios de comprometimento pulmonar. Essas porcarias não funcionam, mas detonam nosso organismo, nos tornando susceptíveis a doenças autoimunes. O tempo vai revelar isso…

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