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EUA voltam a divulgar recompensa por informações contra aliados de Maduro

Os dois ministros do regime chavista são acusados de integrar o Cartel de los Soles

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Somadas as recompensas podem chegar a US$ 65 milhões | Foto: reprodução/X/Embajada de los EE.UU., Venezuela

O governo dos EUA voltou a divulgar as recompensas por informações que levem às prisões de Diosdado Cabello Rondón e Vladimir Padrino López. O primeiro é ministro do Interior, Justiça e Paz do regime venezuelano, e o segundo é ministro da Defesa das Forças Armadas Nacionais da Venezuela.

As autoridades norte-americanas apontam ambos como integrantes do Cartel de los Soles, gestado sob o regime do amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. A Justiça dos EUA aponta cooperação do Cartel com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

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A Embaixada dos EUA na Venezuela divulgou as recompensas em publicações nas redes sociais, nesta sexta-feira, 8.

O governo norte-americano acusa Vladimir Padrino de “conspiração para distribuir cocaína a bordo de um avião registrado nos Estados Unidos”. A recompensa para quem enviar informações que levem à captura ou condenação do ministro pode chegar a US$ 15 milhões.

Já a recompensa por informação que leve à prisão ou condenação do ministro Diosdado Cabello Rondón pode chegar a US$ 25 milhões.

Os EUA acusam Rondón de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína e conspiração para portar e utilizar metralhadoras e artefatos destrutivos para dar suporte a um crime relacionado ao tráfico de drogas.

Em janeiro deste ano, o Escritório de Assuntos Internacionais de Narcóticos e Aplicação da Lei (INL, sigla em inglês) dos EUA já havia divulgado as recompensas por informações que levem à captura ou condenação dos ministros de Maduro.

EUA dobram recompensa por informações que levem Maduro à prisão

O governo dos EUA aumentou de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões (mais de R$ 270 milhões) a recompensa oferecida por informações que levem à prisão o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.

O valor, recorde na história do país, representa uma resposta direta das autoridades norte-americanas a um governo que considera ilegítimo.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) e outras entidades independentes reconheceram fraudes nas eleições realizadas há um ano na Venezuela, quando o regime proclamou Maduro eleito para um terceiro mandato.

O governo dos EUA também considera o ditador o chefe do Cartel de los Soles.

Leia também: “Moraes na lista dos ditadores”, artigo de Artur Piva publicado na Edição 280 da Revista Oeste

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