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EUA sancionam integrantes de flotilha pró-Gaza interceptada por Israel

Governo Trump acusa grupos ligados ao Hamas de organizar comboio marítimo com militantes pró-palestinos

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Barcos saíram na última semana da Turquia | Foto: Reprodução/X/IsraelMFA

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira, 19, sanções contra integrantes da flotilha pró-Gaza interceptada por Israel no Mediterrâneo. As medidas atingem quatro pessoas ligadas ao comboio marítimo e fazem parte de um pacote mais amplo contra redes associadas ao grupo terrorista Hamas e à Irmandade Muçulmana.

As sanções foram divulgadas enquanto a operação naval israelense já estava em andamento. Segundo autoridades israelenses, a Marinha assumiu o controle de ao menos 41 embarcações em águas internacionais. Menos de dez barcos permaneciam fora do controle militar até a divulgação do comunicado.

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s medidas atingem quatro pessoas ligadas ao comboio marítimo | Foto: Reprodução/Casa Branca

A flotilha partiu de Marmaris, na Turquia, na semana passada com centenas de militantes pró-palestinos. Cerca de cem participantes são cidadãos turcos.

Governo dos EUA liga flotilha a organização financiada pelo Hamas

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Departamento do Tesouro dos EUA, afirmou que a Popular Conference for Palestinians Abroad (PCPA), entidade já sancionada pelos norte-americanos, organizou a flotilha.

Segundo o Tesouro, o grupo recebeu financiamento do departamento de relações internacionais do Hamas e atua sob influência direta de integrantes da organização terrorista palestina.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que a flotilha buscava enfraquecer os esforços diplomáticos conduzidos pelo presidente Donald Trump no Oriente Médio.

Entre os sancionados estão dirigentes da PCPA e integrantes do grupo Samidoun, descrito pelo governo americano como estrutura ligada à Frente Popular para a Libertação da Palestina.

As sanções bloqueiam bens e ativos financeiros dos envolvidos dentro da jurisdição dos EUA. O governo americano também alertou bancos e instituições financeiras sobre possíveis punições caso realizem transações relevantes com os indivíduos atingidos pelas medidas.

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