O Departamento de Segurança dos Estados Unidos divulgou, nesta segunda-feira, 2, um alerta no qual orienta cidadãos norte-americanos a deixarem imediatamente 14 países do Oriente Médio, incluindo Israel, aliado de Washington nos ataques contra o Irã.
Em publicação no X, a secretária de Estado adjunta dos EUA, Mora Namdar, afirmou que a recomendação se deve a “sérios riscos à segurança”. Segundo ela, os norte-americanos devem utilizar voos comerciais disponíveis para deixar os países listados com urgência.
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O comunicado inclui:
- Bahrein;
- Egito;
- Irã;
- Iraque;
- Israel;
- Jordânia;
- Kuwait;
- Líbano;
- Omã;
- Catar;
- Arábia Saudita;
- Síria, Emirados Árabes Unidos;
- Iêmen.
A orientação também abrange a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
Irã bombardeou países no Oriente Médio em retaliação aos EUA
No último sábado, 28, uma ofensiva coordenada por EUA e Israel resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em resposta ao ataque de Washington e Tel Aviv, Teerã lançou operações contra países aliados dos EUA no Oriente Médio.

O confronto já deixou centenas de mortos e ampla destruição em diferentes países. De acordo com a mídia estatal iraniana, o ataque inicial provocou ao menos 200 mortes e mais de 700 feridos. Em Israel, nove pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas depois de um bombardeio iraniano atingir um prédio residencial.
Os Estados Unidos confirmaram as primeiras baixas militares: seis soldados morreram, três deles em um ataque ao porta-aviões USS Abraham Lincoln, no Golfo Pérsico. Em pronunciamento no domingo, o presidente Donald Trump afirmou que “possivelmente” haverá novas mortes e prometeu retaliação.
A ofensiva iraniana alcançou 14 países da região, incluindo Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Jordânia e Omã. Os Emirados registraram três mortes; no Kuwait, uma pessoa morreu; e, no Bahrein, destroços de um míssil interceptado atingiram um trabalhador, que não resistiu.
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